A Embratur, agência de promoção do turismo do Brasil, respondeu ao Tribunal de Contas da União (TCU) negando a existência de funcionários fantasmas. A investigação do TCU apura a contratação de 30 colaboradores que supostamente não comparecem ao trabalho. O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, informou que cinco funcionários foram demitidos por não atenderem aos […]
A Embratur, agência de promoção do turismo do Brasil, respondeu ao Tribunal de Contas da União (TCU) negando a existência de funcionários fantasmas. A investigação do TCU apura a contratação de 30 colaboradores que supostamente não comparecem ao trabalho. O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, informou que cinco funcionários foram demitidos por não atenderem aos critérios de desempenho exigidos.
O ofício enviado ao TCU, assinado por Freixo, detalha que as demissões ocorreram devido à insuficiência nos relatórios de desempenho. Entre os demitidos estão duas funcionárias ligadas ao ministro do Turismo, Celso Sabino, que admitiu que as indicações eram do seu partido, o União Brasil. Freixo reafirmou que não há contratações irregulares na Embratur, destacando a adoção do teletrabalho para otimizar as atividades da agência.
Atualmente, a Embratur conta com 154 funcionários em regime presencial, 26 em teletrabalho e 46 em regime híbrido. Um relatório do TCU apontou irregularidades que poderiam violar princípios da administração pública, como legalidade e eficiência, mencionando que alguns colaboradores não falam idiomas estrangeiros e não têm funções claras na agência.
Para melhorar a gestão do teletrabalho, a Embratur desenvolveu um aplicativo de controle de ponto com geolocalização e biometria facial, implementado em dezembro do ano passado. Essa medida foi uma resposta às denúncias de funcionários fantasmas recebidas pelo TCU e pelo Ministério Público Federal (MPF). O relator do caso no TCU é o ministro Jhonatan de Jesus, próximo a Sabino.
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