- O presidente Donald Trump defendeu o acordo com o Irã durante o G7, alternando elogios e a ameaça de retomar bombardeios se o Irã não cumprir as condições.
- Um memorando de entendimento com quatorze pontos foi divulgado, incluindo o fim imediato de operações militares em todas as frentes e o término do bloqueio naval ao Irã, conforme descrito por uma fonte dos EUA.
- O MoU prevê apoio dos EUA a um plano regional de reconstrução e desenvolvimento econômico do Irã, com valor estimado em pelo menos trinta bilhões de dólares.
- O texto estabelece que o Irã não deve obter armas nucleares; questões de enriquecimento ficarão para negociações de um acordo final, com métodos de verificação a serem definidos.
- Também prevê a liberação de fundos iranianos congelados após a assinatura e a continuidade de negociações sobre outros temas, incluindo a viabilidade de isenções para exportação de petróleo e derivados.
O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu um acordo com o Irã durante a cúpula do G-7. A Casa Branca informou os termos do entendimento após a fala de Trump. O objetivo é encerrar o conflito e abrir caminho para negociação futura.
Um draft de 14 pontos foi apresentado por um alto funcionário americano durante a coletiva de imprensa. O texto prevê, entre outros itens, o fim imediato de operações militares e medidas para reconstrução econômica do Irã.
O acordo pode ser assinado formalmente em Genebra na sexta-feira. Informações oficiais foram divulgadas na mesma semana em que o Irã divulgou o texto do memorando.
No Líbano, o distúrbio continua após ataques aéreos de Israel. A imprensa estatal do Líbano relata ações militares novas na região sul, em resposta a ataques de drones do Hezbollah contra tropas israelenses.
O texto em discussão inclui a suspensão de bloqueio naval ao Irã, a cooperação regional para planos de reconstrução, e a liberação de recursos iranianos congelados, conforme o MoU.
Quanto ao Irã, o documento reafirma a não-proliferação nuclear. Enfoca também o tratamento de estoques de urânio enriquecido e negociações adicionais para um acordo definitivo com a supervisão da AIEA.
Trump defende também a liberação de fundos iranianos congelados, ressaltando que o dinheiro é de propriedade iraniana retida anteriormente. A fala foi feita durante a sessão de perguntas do G-7.
Paralelamente, o G-7 divulgou uma declaração conjunta enfatizando um cessar-fogo robusto em regiões de conflito. A posição dos líderes divergiu de críticas de Trump sobre ações de Israel.
Hoje, o tema exporta para assuntos comerciais. Trump afirmou que está próximo de fechar um acordo comercial com a Índia, durante encontro com o primeiro-ministro Narendra Modi, na margem da cúpula.
A Índia e os EUA já haviam avançado um acordo comercial preliminar, embora a conclusão tenha sido adiada por decisões judiciais nos EUA. O texto final ainda depende de negociações.
Na China, o banco central anunciou medidas para ampliar a atratividade do yuan. A iniciativa inclui facilitar liquidez contra títulos do governo e adotar um regime de juros próximo ao modelo de política de bancos centrais ocidentais.
Especialistas veem na iniciativa um passo para fortalecer o yuan como moeda de reserva global, ainda que haja cautela sobre a adoção pelos mercados internacionais. A questão global de moedas segue em análise.
Na Austrália, o crescimento do apoio a um partido de direita ganha espaço. A líder Pauline Hanson criticou políticas migratórias, citando impactos na habitação e na acessibilidade de custos de vida.
Segundo dados oficiais, parte significativa da população australiana nasceu no exterior. Hansson defende uma sociedade monocultural, gerando debates sobre imigração e políticas públicas.
Entre os acontecimentos do G-7, houve momentos de leveza entre lideranças, como notícias sobre hábitos pessoais de autoridades. O encontro também incluiu discussões sobre segurança internacional e economia.
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