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Prioridade de passagem frente a poder de fogo russo perto de Isle of Wight

Confronto no Canal da Mancha entre iate britânico e fragata russa eleva tensões anglo-russas e aponta risco de incidente marítimo em época de crise

Bright Future, a 12-metre pleasure yacht, found itself in a standoff with the 125-metre Admiral Grigorovich, a Russian frigate.
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  • Um iate particular chamado Bright Future, de Jane e Alan Kelvey, cruzou com o destróier russo Admiral Grigorovich a cerca de 20 milhas náuticas do Isle of Wight, no Canal, na manhã de terça-feira.
  • A embarcação russa disparou tiros de advertência após não conseguir contato por rádio e por sinalizadores, mesmo com o Bright Future mantendo a proa em direção segura.
  • A tripulação britânica informou que o AIS estava ligado, mudou de rumo e não houve colisão; as imagens descrevem barulho de buzina antes dos disparos.
  • O HMS Tyne, patrulha costeira britânica, passou pelo local cerca de meia hora depois, e o casal seguiu viagem até Cherbourg para debriefing com a gendarmerie.
  • O episódio ocorreu em um momento de tensões entre Reino Unido e Rússia; o primeiro-ministro Keir Starmer qualificou a ação como precária e preocupante, reforçando o risco de desdobramentos diplomáticos.

A bordo do Bright Future, um iate de 12 metros, ocorreu um encontro tenso no Canal da Mancha com o свет Russian Admiral Grigorovich, um couraçado de 125 metros. O incidente aconteceu na manhã de terça-feira, a cerca de 20 milhas náuticas da Ilha de Wight, em meio a uma escalada nas relações anglo-russas. O iate seguia de Lymington, no Hampshire, para Cherbourg, quando foi interceptado.

Os envolvidos são Jane e Alan Kelvey, proprietários do Bright Future, e a tripulação do Admiral Grigorovich. Segundo os britânicos, o iate tinha prioridade de passagem; o governo russo sustenta que a embarcação britânica avançou em direção direta ao navio, desrespeitando contatos radiofônicos e sinais de alerta.

O que aconteceu envolve uso de sinais sonoros, manobras evasivas e disparos de advertência. Os britânicos afirmam ter respondido às sirenes e seguido em direção oposta após as primeiras duas séries de apitos. Em seguida, foi executado o disparo de advertência, registrado pelo Ministério da Defesa russo como cumprimento das regras de navegação.

Quando o episódio ocorreu, os Kelveys já tinham deixado Lymington por volta das 4h, com planos de uma viagem de dois meses pela costa francesa. Eles relatam que o incidente gerou susto, mas não houve feridos, e o iate seguiu viagem após debriefing com autoridades locais na França.

Onde ocorreu o confronto foi no canal próximo à Ilha de Wight, em mar aberto, sob condições de visibilidade limitada e com nevoeiro. A defesa britânica descreveu o episódio como um incidente náutico, atribuindo parte da falha ao clima e a possíveis problemas de navegação.

Quem está envolvido agora passa por avaliação diplomática e militar. O incidente já chegou à pauta de autoridades britânicas e ao discurso político durante encontros internacionais, mantendo a tensão nas relações entre Reino Unido e Rússia em níveis elevados.

A origem do incidente envolve divergências sobre prioridade de passagem entre uma fragata russa e um iate particular britânico, em um momento de forte sensibilidade geopolítica. Autoridades britânicas ressaltam que a situação poderia ter agravado-se de forma grave sem os protocolos de segurança.

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