- Trump equilibra decisões sobre Irã, a Copa do Mundo e um evento de UFC no gramado sul da Casa Branca, que contará com arena gigante para o combate e comemora o 80º aniversário do presidente.
- O líder americano ameaçou escalada contra o Irã, depois cancelou os ataques militares anunciados, em meio a negociações que teriam apoio de várias nações da região.
- A Copa do Mundo começa hoje nos Estados Unidos, com jogos em 11 cidades e participação de equipes de 47 países.
- Questões de vistos afetam a Copa: árbitro somali, membros da seleção iraquiana e membros da equipe iraniana tiveram entrada negada ou atrasos nos EUA.
- Além disso, houve mudanças no governo britânico, sanções dos EUA contra indivíduos ligados ao Irã, e a visita de Cheng Li-wun, líder da oposição de Taiwan, a Washington.
- Esteja atento: a agenda inclui a cúpula do G-7 na segunda-feira e votação do acordo comercial entre União Europeia e Estados Unidos na terça.
Trump gerencia Iran, Copa do Mundo e luta do UFC em Washington
O presidente dos EUA, Donald Trump, vive uma semana de ações distintas: ataques a Iran, a abertura da Copa do Mundo e a organização de um evento de UFC na Grama Sul da Casa Branca. Ele tenta manter a atenção em várias frentes ao mesmo tempo.
Na manhã de terça e quarta, Washington relatou ataques a alvos iranianos, em retaliação ao abate de um helicóptero dos EUA. Trump prometeu ações mais duras, mas, na quinta, publicou no Truth Social que cancelava os ataques planejados, sob termos de negociações em andamento com a liderança iraniana.
O UFC está montado no gramado sul da residência presidencial para um combate que coincide com o aniversário de 80 anos de Trump. O palco elevado forra ruas próximas e serviços de trânsito foram interrompidos para o evento que ocorre neste fim de semana. Travis Pastrana participa com manobra de volta de moto.
A Copa do Mundo de 2026, que os EUA organizam com Canadá e México, começa hoje. Jogos ocorrem em 11 cidades americanas com equipes de 47 países. A competição traz impactos logísticos e de segurança para a capital, em meio a uma agenda de alto perfil do governo.
Entre as sanções anunciadas, os EUA ampliaram medidas contra Rússia e Irã, visando receitas de energia e comércio de armas. Ao mesmo tempo, o Tesouro sancionou nove pessoas e entidades ligadas à aquisição de armamentos iranianos, com ações envolvendo países da China e de Hong Kong.
Cheng Li-wun, líder da oposição de Taiwan, esteve em Washington nesta semana para encontros com políticos dos dois partidos no Congresso. A visitante mantém conversas com figuras do governo americano sobre a situação de Taiwan e assuntos regionais com foco em segurança.
No âmbito europeu, a UE prepara novo pacote de sanções para enfraquecer a economia de guerra russa. O governo britânico também ajusta seu quadro de defesa, após a renúncia do ministro da Defesa, John Healey, e a indicação de Dan Jarvis para a pasta.
A agenda diplomática incluiu ainda a nomeação de Jay Clayton para diretor de inteligência nacional, com o objetivo de consolidar a liderança diante de críticas à escolha anterior. As mudanças ocorrem em meio a debates sobre orçamento de defesa e supervisão federal.
Na esfera esportiva, autoridades registram obstáculos de vistos que afetaram árbitros e membros de equipes no Mundial. Refere de Somalia, Omar Artan, foi impedido de entrar nos EUA, e alguns jogadores iraquianos também enfrentaram detenção temporária, gerando questionamentos sobre políticas de imigração.
FIFA anunciou ajustes de última hora em uniformes de seleções, incluindo mudanças para excluir simbolismo político. O tema gerou debates sobre permissões de expressão e a relação entre esportes e política durante o torneio global.
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