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Rubio duvida de diplomacia com Cuba enquanto Trump reaviva ameaça de ação militar

Risco de intervenção cresce, com Trump mantendo pressão sobre Havana; Rubio diz que a chance de acordo diplomático não é alta

Marco Rubio speaks to the press before travelling to a meeting of Nato foreign ministers in Sweden.
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário de Estado, Marco Rubio, reacenderam a ameaça de intervenção militar em Cuba, em meio a acusações contra Raúl Castro.
  • Rubio afirmou que a preferência é por um acordo diplomático, mas a probabilidade de chegar a um entendimento com o governo de Cuba atualmente é baixa.
  • O governo americano tem buscado contatos com autoridades cubanas nos últimos meses, mas avaliações recentes indicam resultados insatisfatórios e novas sanções contra o governo cubano.
  • O Departamento de Justiça apresentou uma denúncia contra Raúl Castro, acusando-o de ordenar o derramamento de aviões civis em mil novecentos e noventa e seis.
  • Enquanto isso, a Marinha dos Estados Unidos realizou exercícios no mar do Caribe com o USS Nimitz e demais navios, no mesmo dia da divulgação da denúncia.

Trump e o secretary of state Marco Rubio reiteraram nesta quinta-feira a possibilidade de intervenção militar em Cuba, um tema que ganha peso após a acusação penal contra Raúl Castro. O presidente dos EUA afirmou que muitos foram os que cogitaram ação no passado, e indicou a hipótese de agir. Rubio destacou a Cuba como ameaça à segurança nacional, devido a vínculos com adversários dos EUA.

Rubio afirmou que a administração busca resolver as divergências com Havana de forma pacífica, mas deixou claro que a probabilidade de um acordo diplomático é baixa diante da gestão atual. O secretário de Estado embarcou para compromissos internacionais, incluindo uma reunião da Otan na Suécia e uma visita à Índia, mantendo a mensagem de firmeza.

A imprensa acompanhou that blocos de ações de alto nível envolvendo o governo dos EUA, com encontros entre assessores de alto escalão e autoridades cubanas nos últimos meses. Apesar das tentativas, as conversas não resultaram em avanços significativos e novas sanções foram impostas à Cuba na semana recente.

Indictment contra Raúl Castro, apresentado na quarta-feira por promotores federais, acusa o ex-líder cubano de ordenar a derrubada de aviões de exilados com base em Miami em 1996, incluindo homicídio e destruição de aeronave. A defesa cubana chamou a acusação de manobra política para justificar agressão.

O tramo militar também esteve em evidência com a chegada do porta-aviões USS Nimitz ao Caribe, acompanhado de outras unidades, para exercícios marítimos com parceiros da América Latina que começaram em março. A Administração afirmou que as manobras são de rotina e de cooperação regional.

A resposta de Cuba não tardou. O presidente Miguel Díaz-Canel classificou a acusação como manobra política para justificar agressão militar. Em paralelo, o governo cubano mantinha críticas às sanções impostas pelos EUA, incluindo o mais recente conjunto de medidas voltado ao Gaesa, conglomerado empresarial controlado pelas Forças Armadas cubanas.

Entre as ações visíveis, Rubio informou que a irmã do presidente executivo do Gaesa, que morava nos EUA, teve o green card revogado e foi presa pela imigração. A medida integra um conjunto de pressões voltadas ao setor militar cubano, segundo o parlamentar.

China, por sua vez, expressou resistência às sanções dos EUA e reiterou apoio à soberania de Cuba, afirmando oposição à interferência externa. O chanceler chinês destacou que o país defende a dignidade cubana diante de pressões externas.

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