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Greve de funcionários do British Council na Itália por corte de 80% na equipe

Greve na Itália contra cortes de até oitenta por cento no British Council, atingindo 108 de 130 docentes, diante de empréstimo Covid a ser pago até setembro

British Council staff based in Rome are among those being targeted by the cuts.
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  • Trabalhadores do British Council na Itália vão entrar em greve contra cortes de cerca de 80% na sua força de trabalho, ligados a uma crise de financiamento.
  • De 130 docentes em Roma, Milão e Nápoles, 108 são o alvo dos cortes, o que encerraria 80 anos de ensino de inglês no país.
  • Protestos estão marcados para ocorrer na embaixada britânica em Roma na próxima quinta-feira, com nova greve prevista para 4 de junho.
  • A crise decorre de um empréstimo governamental de 197 milhões de libras contraído durante a pandemia, com juros anuais de cerca de 14 milhões de libras e que deve ser pago até setembro.
  • O conselho mantém que seus principais serviços — ensino, exames e contratos de desenvolvimento — estão sob pressão, e o chief executive, Scott McDonald, já alertou sobre o risco de desaparecer dentro de uma década se não houver apoio.

O British Council na Itália entrará em greve para contestar cortes que podem eliminar cerca de 80% de seu quadro de funcionários. A medida decorre de uma crise de financiamento associada a um empréstimo governamental durante a Covid, com obrigação de quitação até setembro.

Entre os 130 docentes da instituição em Roma, Milão e Nápoles, 108 devem ser demitidos. A intenção é reduzir drasticamente as atividades de ensino no país, encerrando parte de oito décadas de ensino de inglês no território italiano.

Shocks trabalhadores planejam novo protesto na próxima quinta-feira diante da embaixada britânica em Roma, com outra greve marcada para 4 de junho. A mobilização ocorre em meio a pressão financeira da instituição.

O British Council atua em cerca de 100 países, promovendo cultura britânica e educação. O ajuste está ligado ao empréstimo de 197 milhões de libras do governo, com juros anuais estimados em 14 milhões de libras, a ser pago até setembro.

Fontes dizem que as operações de ensino de adultos e crianças, bem como atividades corporativas, devem ser cortadas, enquanto áreas como exames podem seguir por meio de parceiros. Eventos culturais permaneceriam sob a estrutura atual.

O CEO Scott McDonald já indicou que a organização enfrenta risco financeiro significativo e chegou a sugerir a possibilidade de fechamento em uma década se o apoio público não melhorar. O governo britânico não divulgou comentários oficiais imediatos.

Documentos internos citados por veículos indicam que milhares de vagas estão sob avaliação em toda a Europa, com dezenas de cargos possivelmente deslocados, refletindo a pressão de receitas com ensino, exames e contratos de desenvolvimento.

A comissão parlamentar britânica informou que, embora o British Council dependa de financiamento público, o corte de pessoal é parte de uma reestruturação maior para enfrentar a crise de liquidez desencadeada pela pandemia. O Conselho não confirmou detalhes adicionais.

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