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Narges Mohammadi recebe alta e volta para casa

Narges Mohammadi recebe alta da unidade de cuidados cardíacos e volta para casa semanas após infarto; recuperação requer supervisão médica fora da prisão

Narges Mohammadi, la semana pasada en un hospital de Teherán.
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  • A ativista iraniana Narges Mohammadi, Nobel da Paz em 2023, recebeu alta de uma unidade de cuidados cardíacos e foi para casa.
  • Ela sofreu um infarto há várias semanas e foi transferida do presídio para o hospital em Zanjan, depois para o hospital Pars, em Teerã.
  • A recuperação requer supervisão médica estrita fora da prisão; segundo a filha, devolvê-la ao cárcere representaria uma condenação à morte.
  • O Ministério das Relações Exteriores não comentou imediatamente; a imprensa estatal não trouxe relato sobre o caso.
  • Mohammadi foi presa em dezembro após denunciar a morte de um advogado; o Comitê Nobel pediu sua libertação na época.

Mohammadi, ativista iraniana, recebeu alta da unidade de cuidados cardíacos e foi transferida para casa, semanas após ser levada de prisão ao hospital por um infarto, informou nesta segunda-feira a fundação que dirige sua família.

A ganhadora do Nobel da Paz de 2023 conquistou o prêmio ainda presa, em reconhecimento à sua atuação pelos direitos das mulheres e pela abolição da pena de morte no Irã. Na época, as autoridades já tinham condenado Mohammadi novamente à prisão.

O infarto ocorreu no fim de março. Ela foi levada primeiro ao hospital na cidade de Zanjan e, após uma suspensão temporária da condenação mediante fiança elevada, transferida ao centro hospitalar Pars, em Teerã, segundo a fundação.

Atualização sobre a condição de saúde

A família informou que a recuperação exige acompanhamento médico rigoroso fora do presídio. A filha Kiana Rahmani ressaltou que devolver Mohammadi à prisão significaria risco de vida.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã não respondeu a pedidos de comentário, e a imprensa estatal não trouxe informações atualizadas sobre o caso.

Mohammadi foi presa em dezembro, após denunciar a morte de um advogado, Khosrow Alikordi. Um fiscal afirmou que ela fez declarações provocativas durante uma cerimônia em memória de Alikordi. O Comitê Nobel já havia pedido a libertação imediata na época.

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