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Lula espera aliança Trump-Brasil para terras raras

Lula defende parceria com EUA para explorar terras raras, priorizando soberania tecnológica e mapeamento total do território via Sirius

O presidente Lula, em agenda na cidade de Campinas. (Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República)
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  • Lula afirmou que espera dos EUA uma parceria com o Brasil na exploração de terras raras e minerais críticos, durante evento em Campinas.
  • O presidente entregou novas linhas do acelerador de partículas Sirius e destacou a urgência de mapear 100% do solo nacional, já que o Brasil conhece apenas cerca de 30% do seu território.
  • Afirmou que a ciência e a inteligência de ponta são-chave para acelerar esse mapeamento e promover um salto tecnológico em curto prazo.
  • Reiterou que não há veto nem preferência por nenhum país nas parcerias, desde que o Brasil mantenha soberania sobre seus minerais.
  • Disse que espera que, no cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos se associe ao Brasil na exploração de terras raras, reduzindo atritos com a China.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em Campinas, que espera dos EUA uma parceria com o Brasil na exploração de minerais de terras raras. O anúncio foi feito durante a entrega de novas linhas do acelerador de partículas Sirius.

Lula ressaltou a urgência de o Brasil alcançar soberania tecnológica e ampliar o conhecimento sobre as riquezas naturais. Afirmou que hoje o país conhece apenas cerca de 30% do próprio território e defendeu o mapeamento total, com apoio do Sirius.

O presidente afirmou que o Sirius pode acelerar o levantamento de 100% do solo nacional, evitando métodos tradicionais que seriam demorados. A ideia é usar ciência de ponta para avançar rapidamente nesse campo estratégico.

Ele também citou a ideia de aproximar o Brasil de novas parcerias, mencionando a possibilidade de um entendimento com diferentes potências, desde que o país mantenha sua soberania sobre os minerais.

Discurso da soberania

Lula disse não haver veto ou preferência por nenhum País. Afirmou que o Brasil recebe investimentos de diversas nações, desde que respeite a soberania nacional. Os minerais críticos seriam explorados com controle brasileiro.

Analistas afirmam que o discurso reforça a defesa de desenvolvimento nacional centrado em pesquisa e inovação. Partidos de oposição têm sido críticos de propostas de maior participação externa no patrimônio nacional.

O presidente relembrou declarações recentes sobre parcerias estratégicas, destacando que o espaço para investimentos estrangeiros no Brasil depende de condições que preservem o interesse nacional.

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