- Drones russos atingiram o navio chinês Ksl Deyang, cargueiro com tripulação chinesa sob bandeira das Ilhas Marshall, que seguia para carregar concentrado de ferro em Pivdennyi, no porto de Odesa; o navio seguiu viagem após o ataque.
- Outro navio com bandeira da Guiné-Bissau foi atingido, e um navio civil panamense a caminho de Chornomorsk também foi atingido; não houve feridos, o fogo foi controlado e a tripulação continuou navegando.
- Zelensky afirmou que Moscou tenta exportar grãos a partir da Crimeia ocupada, com envolvimento de empresas dos Estados Unidos, além de buscar investimento de países democráticos em projetos árticos de petróleo e gás.
- O Ministério das Relações Exteriores condenou exercícios táticos de armas nucleares na Bielorrússia, chamando de ameaça à segurança global e pedindo aumento de sanções contra Moscou e Minsk.
- Em Kiev, autoridades regionais reportaram ataques a infraestrutura de Naftogaz; no total, Naftogaz disse que houve destruição de instalações e que dois funcionários ficaram feridos.
Drones russos atingem navio chinês no Black Sea enquanto cargueiro se aproximava de Odesa; outros navios sob ataque são reportados pela autoridade marítima ucraniana. Zelenskiy afirma que o Ksl Deyang, de bandeira das Ilhas Marshall e operação de estiva chinesa, foi atingido durante o trajeto para carregar concentrado de ferro em Pivdennyi, próximo a Odesa. Navio seguiu viagem após o ataque.
Segundo a autoridade de portos da Ucrânia, outro navio em tráfego sob bandeira da Guiné-Bissau também foi atingido; o governador de Odesa, Oleh Kiper, informou ataque a uma embarcação mercante com bandeira panamenha a caminho de Chornomorsk. Ninguém ficou ferido; tripulação apagou o incêndio e o navio continuou.
Zelenskiy apontou tentativas russas de exportar grãos a partir da Crimeia ocupada, envolvendo empresas americanas, e citou planos de atrair investimentos ocidentais para projetos de petróleo e gás no Ártico russo. O governo destacou uso de território ocupado para ganhos econômicos pela Rússia.
Reação internacional a atividades russas
A chancelaria ucraniana condenou exercícios táticos de armas nucleares na Bielorrússia, vistos como ameaça à segurança global. Kyiv pediu que aliados ocidentais endureçam sanções contra Moscou e Minsk, ressaltando a importância de frear a proliferação nuclear.
Analistas internacionais avaliam opções limitadas de Putin para a guerra; autoridades de inteligência destacam dificuldades de avanço russo e resistência de sanções. Comentários sugerem que não há indicação de mudança rápida no planejamento de Moscou, apesar de pressão externa.
Separadamente, senadores norte-americanos criticaram a waivers de sanções a óleo russo, visto como estímulo ao financiamento da guerra. Governos britânico e da União Europeia mantêm sanções vigentes sobre compras de petróleo russo.
Danos a infraestrutura energética e operações de defesa
O Tesouro dos EUA justificou a suspensão temporária de sanções para manter o abastecimento de petróleo, argumentando estabilização de mercados. Analistas divergentes estimaram benefício limitado para reduzir preços de gasolina nos EUA.
Drones russos também atingiram infraestrutura crítica da Naftogaz, na região de Dnipró, com bombas de combustível e instalações danificadas; dois funcionários ficaram feridos. A empresa descreveu os danos e o impacto na operação.
Ao todo, a defesa aérea ucraniana combateu vasta ofensiva de drones e mísseis: 524 drones e 22 mísseis lançados contra a Ucrânia. Defesa aérea neutralizou 503 drones e quatro mísseis; dois mortos foram registrados em Belgorod, segundo autoridades locais.
Explosivos encontrados entre destroços de um drone ucraniano suspeito, perto de Samane, devem ser detonados no local. A polícia destacou que o drone não estava armado no momento do acidente, ocorrido durante tentativa de ataque a alvo russo.
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