- A polícia metropolitana mobiliza cerca de 4 mil agentes, veículos blindados, cavalos, cães, drones e helicópteros para duas manifestações em Londres: a marcha Unite the Kingdom e a Nakba Day pró-Palestina, descritas como um dos dias mais movimentados de policiamento dos últimos anos.
- Serão exercidas poderes adicionais de parada e revista sem necessidade de suspeita e serão usadas câmeras de reconhecimento em tempo real; os organizadores também serão responsabilizados pelo comportamento dos palestrantes que convidarem.
- A estimativa é de cerca de 50 mil pessoas na marcha UTK, enquanto a Nakba Day pode atrair entre 15 mil e 40 mil participantes.
- A operação pode custar aproximadamente £ 4,5 milhões.
- Também há expectativa de presença massiva de torcedores no Wembley para a final da FA Cup, em paralelo aos protestos.
O Metropolitano de Londres prepara uma operação de grande escala para dois protestos em Londres: a marcha Unite the Kingdom (UTK), organizada por Tomy Robinson, e o protesto pró-Palestina do Nakba Day. A ação envolve milhares de agentes, veículos blindados, cavalos, cães, drones e helicópteros.
A força estima que 50 mil pessoas participem da UTK, com entre 15 mil e 40 mil no Nakba Day. A operação prevê 4 mil policiais em serviço, com novas regras de atuação, incluindo poderes de paradas sem necessidade de indício de crime.
Ao mesmo tempo, milhares de torcedores devem lotar o estádio de Wembley para a final da FA Cup. Pela primeira vez, câmeras de reconhecimento ao vivo serão usadas e os organizadores ficarão responsáveis pelo comportamento dos oradores convidados. Fonte interna aponta custo potencial de até 4,5 milhões de libras.
Medidas e contexto da operação
Oficiais afirmam que o volume de pessoas pode tornar este um dos dias de maior atuação policial em anos recentes. A imprensa local destaca que o objetivo é manter a ordem e impedir violência entre as coletivos presentes.
O primeiro-ministro Keir Starmer comenta que o crescimento de grupos de extremismo representa um desafio nacional, ressaltando a necessidade de enfrentar ódio e divisão.
A Polícia Metropolitana reforça que as ações visam garantir segurança pública, com monitoramento de atividades e maior responsabilidade para organizadores.
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