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Paraquedistas britânicos aterrissam em Tristan da Cunha durante salto

Paratroopers britânicos desembarcam em Tristan da Cunha para atender paciente suspeito de hantavírus e distribuir suprimentos médicos

‘A very weird sensation’: a member of the team jumps from the RAF transport over the south Atlantic.
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  • Um grupo britânico da Brigada de Assalto Aéreo de Colchester, composto por seis paraquedistas e dois médicos, foi enviado a Tristan da Cunha para atender um suspeito de hantavírus após desembarque do navio de cruzeiro Hondius.
  • O salto foi de 2.500 metros de altitude, com a manobra de inclinar para trás para enfrentar o vento, segundo o capitão George Lacey.
  • A operação durou cerca de quatro horas e meia de voo a partir de Ascension Island, a bordo de um avião de transporte A400M, com a equipe médica a bordo.
  • Na ilha, a equipe médica forneceu tratamento de emergência e iniciou a entrega de equipamentos, incluindo oxigênio, para apoiar o paciente em monitoramento contínuo por semanas.
  • O governo de St Helena informou que o caso continua estável; planos de retirada envolvem possível embarque no HMS Medway, sem previsão de nova evasão por paraquedas.

O grupo de paraquedistas britânicos, composto por seis militares da brigada 16 Air Assault e dois médicos, realizou um salto emergencial para Tristan da Cunha, território britânico ultramarino. A operação ocorreu a 2.500 metros de altitude, após a aeronave de transporte RAF partir de Ascension Island. O objetivo era entregar apoio médico a um paciente com suspeita de hantavírus.

A descida teve início quando o avião A400M atingiu a posição adequada sobre o leste da ilha. Os paraquedistas, experientes, realizaram o salto sincronizado com a equipe médica presa a dois dos soldados. A missão incluiu a entrega de suprimentos médicos, como oxigênio e equipamentos de proteção, para atuar diante de um quadro potencialmente grave.

O trecho de queda durou entre cinco e dez minutos, com duas milhas de queda percorridas entre nuvens, até o momento em que o terreno ficou visível. A aterrissagem ocorreu sem incidentes, e a equipe médica encaminhou os primeiros socorros ao paciente, ao mesmo tempo em que a logística de apoio continuou com a entrega de itens de uso clínico na ilha.

A operação de resgate ocorreu em um contexto de isolamento extremo: Tristan da Cunha é uma das áreas mais remotas do mundo, normalmente acessível apenas por barco. A última atualização oficial indica que o paciente suspeito permanece estável e sob monitoramento próximo pelas autoridades locais.

Segundo informações oficiais, a missão contou com planejamento de voo que confirmou condições meteorológicas adequadas antes do salto. Os paraquedistas continuam na ilha para colaborar com a assistência médica, incluindo contatos com a população local e com a imprensa.

Quanto ao retorno, planos de saída ainda não estão definidos publicamente. Uma possibilidade é que a equipe possa embarcar em uma embarcação offshore do tipo HMS Medway, em rota do Falklands, para deixar Tristan da Cunha. A viabilidade de um salto de retirada não é possível, dadas as condições geográficas.

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