- O presidente dos EUA, Donald Trump, elogiou a primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi por ter “assumido o papel” na questão do Irã.
- O Japão não enviou forças para o Estreito de Hormuz e continua hesitante em oferecer apoio militar direto.
- Takaichi reafirmou a posição de manter o Irã sem armas nucleares e sugeriu propostas para acalmar os mercados de energia.
- Um comunicado conjunto com França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Reino Unido foi emitido para buscar estabilidade dos mercados de energia.
- Washington busca 200 bilhões de dólares adicionais para a guerra no Irã, segundo relatos, o que pode aumentar custos e repercussões internas.
Trump elogia Takaichi por apoiar EUA na guerra com o Irã, enquanto Japão teme apoio militar direto no Estreito de Hormuz. A defesa dos planos ocorre em meio a tensões regionais, com o governo japonês buscando equilíbrio entre firmeza política e cautela prática.
O encontro ocorreu no Salão Oval, em Washington, quando o presidente dos EUA afirmou que o Japão tem “feito mais” pela coalizão, em contraste com membros da OTAN. Takaichi reafirmou posições pró-Trump, sem anunciŀar envio de forças ao estreito, mas sinalizou propostas para acalmar mercados de energia.
Takaichi admitiu impactos econômicos globais do conflito, ao mesmo tempo em que ressaltou que apenas a liderança de Trump pode alcançar a paz mundial. Ela também defendeu manter o Irã sem arsenais nucleares e mostrou propostas para estabilizar os preços da energia.
Antes da viagem, a líder japonesa prometeu tratar os interesses nacionais com prioridade, inclusive em uma declaração conjunta com França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Reino Unido para buscar medidas de estabilidade nos mercados de energia.
Trump comentou que não espera benefícios de Japão ou de outros parceiros, mas disse que é “adequado” que haja maior participação. O Tesouro dos EUA informou que pode haver necessidade de mais recursos para sustentar a operação no Irã.
Analistas ressaltam que o custo elevado da campanha pode afetar o apoio público à intervenção militar já polêmica. O tema segue sob escrutínio nos EUA, com debates sobre orçamento e viabilidade de estratégias de longo prazo.
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Subtítulo: Cenário internacional
A Europa discute apoio financeiro a Ukraine, com a Hungria bloqueando um pacote de quase 104 bilhões de dólares na UE. Orban condiciona o desbloqueio à retomada do fluxo de petróleo via oleoduto Druzhba, alegando motivos políticos para manter a posição.
Segundo líderes europeus, o patamar de energia mundial depende da solução para o fornecimento de petróleo russo. Kyiv diz que reparos no oleoduto devem ser concluídos para evitar consequências maiores na região.
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Subtítulo: Bem-estar entre jovens e redes sociais
O Relatório Mundial de Felicidade de 2026 aponta que uso intenso de redes sociais reduz bem-estar de jovens, com impactos significativos em avaliações de vida entre 25 anos ou menos em países como EUA, Canadá, Austrália e Reino Unido.
Especialistas destacam debate sobre idade mínima para uso de plataformas digitais, com medidas já adotadas na Austrália e consideradas em várias nações. O objetivo é reduzir riscos associados ao uso excessivo.
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