- Seis militares dos EUA morreram quando um avião KC-135 de reabastecimento caiu no oeste do Iraque, em uma operação sob investigação.
- As autoridades disseram que a queda não foi causada por fogo hostil nem por fogo amigo; acredita-se que houve uma colisão entre duas aeronaves durante a missão de reabastecimento.
- Este é o quarto acidente com aeronaves tripuladas dos EUA desde o início da Operação Epic Fury, em fevereiro, com outros três F-15E envolvidos em um incidente de fogo amigo.
- O total de militares dos EUA mortos na guerra chega a treze.
- O presidente Donald Trump afirmou, mesmo diante das perdas, que os EUA estão vencendo a guerra contra o Irã.
Dois a três parágrafos iniciais
Seis militares dos EUA morreram quando um avião KC-135 de reabastecimento caiu no oeste do Iraque, na quinta-feira, conforme confirmação do Comando Central dos EUA na sexta-feira. A aeronave estava em operação de reabastecimento; a causa ainda é objeto de investigação. Não houve fogo hostil.
A perda ocorreu em espaço aéreo considerado amigável, envolvendo duas aeronaves, sendo que apenas uma pousou com segurança. Investigadores trabalham com a hipótese de uma possível colisão no ar durante a missão de reabastecimento. O incidente eleva o total de perdas americanas no conflito para 13.
Investigação em curso
A Centcom informou que as circunstâncias do acidente estão sendo apuradas. O órgão afirmou que a queda não foi causada por fogo inimigo nem por fogo amigo. O estado atual aponta para uma colisão entre aeronaves durante a missão.
Este é o quarto acidente com aeronaves tripuladas dos EUA desde o início da operação Epic Fury, em fevereiro. Anteriormente, três F-15E Strike Eagles foram abatidos por aeronaves kuwaitianas em um incidente de fogo amigo. Todos os tripulantes dessas aeronaves conseguiram ejetar com segurança.
Contexto adicional
Quase ao mesmo tempo, o conflito envolve tensões regionais, com bloqueio de tráfego no Estreito de Hormuz e impactos em preços globais de energia. A Administração Trump destacou ações diplomáticas e militares, enquanto negociações com aliados e parceiros seguem sob observação internacional.
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