- Donald Trump disse estar “muito triste” ao ver que a relação entre EUA e Reino Unido não é mais a mesma, após questionar a demora de Keir Starmer em autorizar o uso de bases britânicas para ataques ao Irã.
- Em entrevista ao The Sun, Trump comparou Starmer desfavoravelmente à França e ao apoio da Otan, dizendo que o Reino Unido não tem sido “útil” e que a relação está diferente.
- Starmer afirmou que o Reino Unido não acredita em “mudança de regime a partir do céu” e explicou sua decisão de não permitir o uso de bases britânicas para ataques, defendendo a independência de decisão.
- O líder conservador Kemi Badenoch acusou o governo de estar “muito com medo” de adotar uma posição mais firme contra o Irã e disse que alguns eleitores do Labour foram influenciados por conflitos no Oriente Médio.
- O tema principal é a reação política no Reino Unido ao conflito Israel–EUA–Irã, com menção à possibilidade de uso de bases britânicas para ações defensivas e ao impacto regional na atividade de petróleo e gás.
Donald Trump afirmou que a relação especial entre Reino Unido e Estados Unidos não é mais a mesma, após Keir Starmer não apoiar ataques a Iran. Em entrevista exclusiva, o ex-presidente falou ao The Sun a partir da Casa Branca. A declaração acompanha a recente divergência entre Washington e Londres sobre uso de bases britânicas em operações contra o Irã.
Trump disse que o mundo mudou e que o relacionamento entre os dois países não é mais o mesmo. Ele citou a posição de Starmer como um fator destacável e mencionou apoio da França e do secretário geral da OTAN como comparação. O ex-presidente ressaltou que, segundo ele, o Reino Unido não foi útil.
Starmer, em declarações anteriores, afirmou que o Reino Unido não acreditava em “mudança de regime a partir do céu” e explicou a decisão de não autorizar o uso de bases britânicas para ataques. Em resposta, porém, o governo britânico aceitou, a pedido dos EUA, o uso de bases para ataques defensivos a alvos de mísseis iranianos.
Kemi Badenoch, líder conservadora, criticou o governo por supostamente ter tido medo de adotar uma posição mais firme em relação ao Irã. Ela sugeriu que alguns eleitores trabalhistas estariam sendo influenciados por conflitos no Oriente Médio, em detrimento dos interesses nacionais britânicos.
A cobertura acompanha ainda a reação política interna no Reino Unido diante dos desdobramentos da escalada entre Israel, EUA e Irã. O conflito se expande na região, com ações de retaliação que afetam mercados, incluindo o preço do petróleo.
A tendência de mercado é observada em tempo real por nossos leitores, conforme o cenário militar se atualiza. Acompanhe a evolução dos acontecimentos e as eventuais mudanças na posição do governo britânico.
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