- O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que Moscou não encontrou evidências de que o Irã estivesse desenvolvendo armas nucleares.
- Os Estados Unidos e Israel seguem com a ofensiva, e o presidente Donald Trump disse ter ordenado o ataque para impedir programas nucleares e de mísseis do Irã.
- Lavrov disse que as consequências do ataque já são sentidas na região, com países árabes arcando com custos econômicos e baixas.
- a Rússia pediu o cessar imediato das hostilidades e destacou a necessidade de evitar mais mortes de civis, mencionando relatos de ataque a uma escola no Irã.
- Marco Rubio afirmou que as forças dos EUA não atacariam deliberadamente uma escola.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou em Moscou que não há evidências de que o Irã esteja desenvolvendo armas nucleares, diante da ofensiva anunciada pelos EUA e Israel. A declaração ocorreu durante conversas com o ministro das Relações Exteriores de Brunei.
Lavrov mencionou que as consequências do ataque ao Irã são sentidas na região, com países árabes arcando com custos econômicos e, segundo ele, ocorrendo baixas. Ele pediu o imediato cesse das hostilidades por todas as partes envolvidas.
Segundo Lavrov, o Irã não foi apresentado com provas de militarização nuclear. Enquanto isso, o Irã acusa Israel e os EUA de ataque a uma escola primária feminina no sul do país, com relatos de vítimas. A embaixada dos EUA e autoridades iranianas divergem sobre o ocorrido.
Reações e desdobramentos regionais
O chanceler russo reforçou a necessidade de parar ações que resultem em civis feridos. O governo de Teerã sustenta que a ofensiva busca desestabilizar o país. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que as forças americanas não atacariam deliberadamente uma escola.
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