- O primeiro grupo de europeus evacuados voltou para casa durante a madrugada, seguindo por voos restantes a partir de Omã e dos Emirados Árabes Unidos; ainda há centenas de milhares na região.
- A Espanha, sob o governo de Pedro Sánchez, recusou o uso de bases espanholas em Rota e Morón para ataques contra o Irã, em linha com a condenação de ações militares unilaterais.
- O governo israelense criticou Sánchez, em tom de acusação, sugerindo que o premiê está do lado de regimes opressores; o ministro das Relações Exteriores, Gideon Sa’ar, reforçou a mensagem nas redes.
- A Comissão Europeia informou que está ampliando o apoio aos esforços de evacuação e repatriação de cidadãos da União Europeia.
- França prometeu enviar sistemas antimísseis e anti–drones para Chipre, após ataque de drones a uma base britânica; a Grécia também enviou F‑16 e duas fragatas para ajudar na defesa da ilha.
Israel critica Espanha por não permitir uso de bases para ataque Iraniano e aponta divergência com aliados. O governo espanhol rejeitou a permissão solicitada pelos EUA para usar bases conjuntas em Rota e Morón, no contexto de ataques a Iran. O primeiro ministro Pedro Sánchez já havia condenado ações militares unilaterais na região.
Gideon Saár, ministro das Relações Exteriores de Israel, acusou Sánchez de favorecer regimes opressivos e de agradecer a grupos extremistas. A resposta inclui mensagens republicanas estrangeiras que criticam a postura espanhola, ampliando o debate sobre alinhamentos na região.
Sánchez defende que é essencial buscar solução política duradoura para o conflito, reiterando a oposição a intervenções militares consideradas ilegais pela comunidade internacional. Em Barcelona, o premiê reiterou a posição de que é possível ser contra regimes hostis e contra ações militaristas.
No Oriente Médio, a primeira onda de viajantes europeus retidos pelo conflito retornou a seus países. Voos limitados conseguiram decolar de Oman e dos Emirados Árabes Unidos, representando o início de retomada de deslocamentos para Britain, República Tcheca, Itália e Polônia.
Relatos de viajantes indicam que alguns retornos ocorreram com rapidez após a suspensão de operações e o restabelecimento parcial de rotas aéreas. Ocorrências ocorreram em meio a uma redução momentânea dos ataques, segundo relatos de imprensa.
Ainda há centenas de milhares de europeus na região, com governos reforçando planos de evacuação. A Comissão Europeia informou que intensifica o apoio às operações de retirada e repatriação, sem detalhar prazos.
Separadamente, a França anunciou envio de sistemas anti-míssil e anti-drone para Chipre, após ataques a uma base britânica na ilha. Grécia também encaminhou reforços militares para a defesa da região.
À tarde, a imprensa econômica aponta que a atenção volta-se aos EUA, com a expectativa de encontro entre o chanceler alemão e o presidente americano para tratar de questões de segurança regional e cooperação internacional.
Este é o marcador de terça-feira, 3 de março de 2026, trazendo ênfase em ações diplomáticas, situações de mobilidade humana e desdobramentos de segurança no Oriente Médio.
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