- O governo britânico fretará um voo a partir de Omã nas próximas dias para evacuar britânicos isolados na região, priorizando os mais vulneráveis.
- O espaço aéreo continua fechado e há ameaça de ataques do Irã, em retaliação a ações dos EUA e de Israel; a situação é rápida e em evolução.
- O governo trabalha para aumentar a capacidade de voos que saem de Muscat; 130.000 britânicos estão registrados no Foreign Office para receber atualizações.
- A premiê e o governo destacam apoio de autoridades locais dos Emirados Árabes Unidos e de outros países do Golfo, com partidas que já vêm sendo viabilizadas.
- Britânicos em Omã devem aguardar o contato do FCDO; até o momento, a agência recebeu cerca de 2.700 ligações de cidadãos.
O governo britânico vai fretar um voo a partir de Omã nos próximos dias para evacuar britânicos vulneráveis na região, diante de ataques e da interrupção do espaço aéreo. A informação foi apresentada pela secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, em plenário.
Cooper explicou que o espaço aéreo permanece fechado e que há risco de novos ataques como retaliação aos ataques dos EUA e de Israel. O plano é ampliar a capacidade de partidas de Omã, com prioridade para cidadãos britânicos mais frágeis.
Ela informou que cerca de 130 mil britânicos já registraram presença no Foreign Office para receber atualizações, e que autoridades regionais ajudam na logística, incluindo apoio de governos locais nos Emirados Árabes Unidos.
Esforços de evacuação e atualizações
Em Oman, a operação visa atender nacionais em situação de maior vulnerabilidade. Enquanto isso, muitos cidadãos no Golfo aguardam instruções para contatos oficiais, com o governo mantendo comunicação constante com autoridades regionais.
Ontem, uma aeronave da Etihad Airlines pousou no aeroporto de Heathrow com britânicos retidos, parte de voos limitados que começam a retornar à Inglaterra. Voos adicionais estão sendo avaliados para ampliar as saídas do Golfo.
Autoridades britânicas destacaram que o objetivo é manter evacuações em andamento conforme a situação evolui, sem prazos fixos para novas decisões. O Foreign Office permanece em contato com canais regionais para coordenar as operações.
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