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Governos planejam repatriações à medida que voos no Oriente Médio param

Governos preparam repatriações de milhares de cidadãos após suspensão de voos no Oriente Médio, com voos e assistência consular em andamento

Repatriated Slovaks who were stranded in Jordan amid the U.S.-Israel conflict with Iran, arrive at M. R. Stefanik Airport, in Bratislava, Slovakia, March 3, 2026. REUTERS/Radovan Stoklasa
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  • O conflito no Oriente Médio levou à suspensão de voos comerciais em partes da região, deixando estrangeiros retidos e levando governos a planejar repatriações.
  • A União Europeia está coordenando voos de repatriação pelo Mecanismo de Proteção Civil da UE; até 9 de março já foram mais de 42 voos, com mais de 4.100 europeus trazidos de vários países.
  • Diversos países anunciaram ações específicas: Áustria evacuou 117 cidadãos vulneráveis; Finlândia planeja voos para cerca de 3.000 cidadãos no Emirados Árabes Unidos; Itália informou que cerca de 25 mil italianos já retornaram.
  • Outros exemplos: Portugal realizou um charter com 139 portugueses; Polônia recebeu a primeira evacuação militar com grupo vindo do Oriente Médio; Espanha iniciou as evacuações, com mais de 175 espanhóis já chegando.
  • O UAE anunciou planos para operações de voos especiais para ajudar milhares de passageiros retidos, enquanto o Reino Unido destacou prioridade a nacionais vulneráveis nas operações de repatriação.

O esvaziamento de voos comerciais em partes do Oriente Médio acompanha o agravamento do conflito na região, após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. Companhias aéreas reduziram operações e muitos cidadãos estrangeiros ficaram retidos, levando governos a planejar repatriações.

No panorama internacional, autoridades de vários países confirmaram planos para trazer de volta seus nacionais, por meio de voos fretados ou operações com companhias nacionais. A União Europeia coordena as ações via o Mecanismo de Proteção Civil da UE, com dezenas de voos já realizados.

Planos de repatriação da União Europeia e aliados

A Comissão Europeia informou que já apoiou mais de 42 voos, com mais de 4 mil europeus trazidos de volta a diversos países. Estados-membros solicitam ajuda adicional conforme a situação evolui.

Austria, Bulgária, República Tcheca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Malta e Holanda anunciaram operações de retorno de cidadãos desde Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Oman, Catar, Arábia Saudita e Israel, entre outros pontos.

Ações específicas de países

Diversos países relataram números e datas de repatriação. Portugal repatriou 139 cidadãos com um voo fretado, enquanto Romania mencionou mais de 3 mil pedidos registrados. Espanha iniciou evacuações de suas pessoas a partir de Abu Dhabi, com opções por terra e ar via Oman e Jordânia.

Polônia informou a chegada do primeiro grupo evacuado por via aérea militar. Sérvia, Suíça, Luxemburgo, Suécia, Grécia e Eslováquia também divulgaram operações de retorno, com voos ou desembarques em aeroportos de referência.

Em Israel e Emirados, autoridades destacaram o uso de voos especiais para facilitar a saída de viajantes de áreas de risco. Itália destacou que cerca de 25 mil italianos já retornaram por vias comerciais ou consulares, com apoio ampliado em Oman, Emirados e outros países.

Observações finais sobre o cenário

Repatrições envolvem voos fretados, apoio consular e, em alguns casos, uso de rotas terrestres para viabilizar saídas. Países informam que continuaram monitorando a situação e ajustando planos conforme o espaço aéreo e a situação de segurança permitirem.

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