- O espaço aéreo sobre o Golfo Pérsico permanece fechado, com ao menos 12,9 mil voos cancelados até segunda-feira; muitos viajantes ficam presos em hotéis, aeroportos e navios de cruzeiro.
- O Estreito de Ormuz está fechado para navegação devido aos riscos de bombardeios, impedindo a passagem de navios de cruzeiro que não podem transitar pela região.
- O Departamento de Estado dos Estados Unidos pediu que cidadãos deixem a região, organizando evacuações em várias nações; Emirados Árabes Unidos passaram a integrar listas de retirada.
- Aeroportos de Dubai, Abu Dhabi e Doha ficaram fechados para a aviação civil; outros países da região, como Iraque, Israel, Kuwait, Líbia e Catar, tiveram seus espaços aéreos bloqueados.
- Aproximadamente setenta mil brasileiros estão no Oriente Médio; governos trabalham para repatriação, com voos being organizados por países europeus e apoio de parceiros internacionais.
O espaço aéreo sobre o Golfo Pérsico foi fechado, o que levou dezenas de milhares de viajantes a enfrentar cancelamentos de voos, atrasos e bloqueios em hotéis e navios de cruzeiro. A região vive um período de grande incerteza por causa da escalada de hostilidades entre o Irã e potências internacionais.
Com os voos suspensos, muitos passageiros ficaram presos em aeroportos, hotéis e em navios que não podem atravessar o Estreito de Ormuz, devido ao risco de bombardeios. Ao menos 12,9 mil voos já foram cancelados, segundo a Cirium.
Desdobramentos e ações de governos
Governos anunciam evacuações e repatriação de cidadãos. O Departamento de Estado dos EUA pediu que americanos deixem mais de uma dúzia de países da região, citando riscos à segurança. Emistações com aviação civil no Iraque, Israel, Kuwait, Líbia e Catar permaneciam fechadas até esta terça-feira.
O Itamaraty informou que cerca de 70 mil brasileiros vivem no Oriente Médio. Autoridades brasileiras discutem com os Emirados Árabes Unidos impactos para turistas retidos em Dubai e Abu Dhabi.
Situações específicas em áreas de conexão
Aviões com destino a Doha, Dubai e Abu Dhabi enfrentaram cancelamentos significativos, impactando conexões entre Europa, África e Ásia. Ao mesmo tempo, alguns voos entre Arábia Saudita e Omã ainda operavam, servindo como rota emergencial para deslocamentos.
Na Europa, Alemanha e França trabalham para repatriação de viajantes vulneráveis e de turistas que estavam na região. O governo italiano está mediando voos para Milão e Roma, após incidentes envolvendo autoridades durante o início do conflito.
Retorno de viajantes e relatos
Turistas e peregrinos conseguiram retornar em diferentes frentes: romenos em Bucareste após passagem por Israel e Cairo; britânicos que chegaram a Heathrow após ficarem presos nos Emirados. Em Israel, autoridades orientaram evacuações por vias disponíveis.
Casos de impacto econômico foram observados, com quedas em ações de companhias aéreas e hotels. O setor de viagens registra oscilações acentuadas conforme a continuidade dos ataques e a incerteza sobre a retomada de voos.
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