- Em Damak, leste do Nepal, Balendra Shah, conhecido como Balen, intensifica a campanha antes das eleições de cinco de março, disputando a liderança central do país.
- Shah, ex-prefeito de Katmandu e figura emergente do Rastriya Swatantra Party, busca enfrentar o então primeiro-ministro de quarenta e quatro anos, K. P. Sharma Oli, em seu reduto, Jhapa.
- A campanha de Shah se destaca pelo contato direto com eleitores, viagens de carro pela região e encontros rápidos para fotos, em vez de entrevistas extensas à imprensa.
- A estratégia inclui equipes que anotam promessas e insatisfações para transformar em propostas públicas, além de uso intenso das redes sociais para mobilização.
- Ainda em Jhapa, ele enfrenta ceticismo de parte dos eleitores, como o de Mahesh Rai, que valoriza visitas a domicílio, enquanto apoiadores continuam buscando votos e momentos de contato com Shah.
Balendra Shah, conhecido como Balen, está concentrando a campanha política em Damak, no leste do Nepal, antes das eleições de 5 de março. O ex-prefeito de Katmandu tornou-se figura central da corrida ao governo, desafiando o atual mandato com o Rastriya Swatantra Party.
A multidão cercou Shah durante a passagem pela cidade, com apoiadores buscando as púlveras de sua visibilidade e oportunidades de tirar fotos. A atuação do candidato centra-se em ações diretas, combinadas a uma presença constante nas redes sociais.
A campanha de Shah é marcada por abordagens de contato direto com eleitores, incluindo visitas a comércios locais e comunidades. A equipe do candidato prepara promessas em formato de cartas de compromisso, destacando projetos que não foram concluídos no passado.
O RSP vem disputando território tradicionalmente dominado por partidos estabelecidos, em meio a um clima de insatisfação com a política tradicional. Analistas apontam que a população em várias regiões busca renovação e respostas a questões de emprego e corrupção.
No Jhapa, o veterano politicamente conhecido, o ex-primeiro-ministro K P Sharma Oli, searcha manter espaço político ao lado de Shah. A atuação de Oli ocorre em meio a uma mobilização contínua e a uma agenda de visitas locais em bairros rurais.
Oli tem deslocado a estrutura de campanha para dialogar diretamente com moradores, tentando manter sua base de apoio após as mudanças políticas recentes. Em Damak, moradores lembram feitos passados de Oli e avaliam as opções disponíveis para o pleito.
Entre eleitores locais, há vozes de ceticismo quanto à eficácia das lideranças tradicionais. Alguns moradores valorizam o contato direto, enquanto outros aguardam propostas mais consistentes para emprego e serviços públicos.
Entre na conversa da comunidade