- O Papa Leão XIV pediu paz e diálogo diante do conflito no Oriente Médio, iniciado por ataques ao Irã no fim de semana anterior, conforme declaração dominical.
- O pontífice ressaltou que a diplomacia precisa recuperar seu papel e promover convivência pacífica baseada na justiça.
- A ofensiva deixou feridos e mortes entre autoridades iranianas, como o secretário do Conselho de Defesa e o comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica; a mídia iraniana informou a morte do aiatolá Ali Khamenei.
- O Papa enfatizou que a estabilidade não se constrói com ameaças nem com armas, mas com diálogo responsável.
- No Brasil, houve solidariedade às vítimas das chuvas em Minas Gerais; o balanço aponta 72 mortes, com 65 em Juiz de Fora, sete em Ubá e um desaparecido.
O Papa Leão XIV pediu hoje que haja diplomacia e fim da espiral de violência no Oriente Médio, em meio aos ataques que atingem o Irã desde o último fim de semana. A mensagem foi divulgada neste domingo, após o novo conflito armado iniciado por operações externas no alvo iraniano. O pontífice destacou a necessidade de diálogo para evitar uma tragédia de grandes proporções.
A autoridade religiosa pediu que as partes envolvidas assumam a responsabilidade moral de pôr fim à violência, antes que o abismo se torne irreversível. Em tom firme, enfatizou que a diplomacia deve recobrar espaço e que as ações demonstrem respeito aos povos que desejam convivência pacífica, com justiça e segurança para todos.
Segundo a Santa Sé, a situação no Irã é acompanhada com preocupação, e o pontífice reiterou que a estabilidade não se constrói com ameaças ou armas, mas com diálogo autêntico e responsável. O comunicado ressalta ainda que as vítimas e deslocados merecem atenção internacional e caminhos de paz.
Chuvas em Minas Gerais
A mensagem também traz solidariedade do Papa às pessoas atingidas pelas chuvas na Zona da Mata, em Minas Gerais. Ele expressou apoio às famílias que perderam casas e aos trabalhadores do socorro.
O último balanço da Polícia Civil de Minas Gerais aponta 72 mortes causadas pelas enchentes. Desse total, 65 ocorreram em Juiz de Fora, 7 em Ubá, onde há uma pessoa ainda desaparecida.
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