- Hoje é o quarto aniversário da invasão russa à Ucrânia; Zelensky afirmou que o país defendeu a independência e não perdeu a soberania, e que Putin não alcançou seus objetivos.
- Zelensky disse ainda que a Ucrânia não foi vencida pela guerra e que continuará buscando paz e justiça.
- Espera-se a presença de líderes europeus em Kyiv para marcar a data; o encontro do Coalition of the Willing será assistido por videoconferência.
- A União Europeia não aprovou um novo pacote de sanções contra a Rússia após veto da Hungria, relacionado a disputas sobre o trânsito de petróleo pela Ucrânia.
- Mark Rutte e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deverão falar durante a cobertura em Europe Live.
O quarto aniversário da invasão russa em plena escala à Ucrânia é o foco de hoje. O presidente Volodymyr Zelenskiy afirmou que a Ucrânia se manteve independente e que a Rússia não alcançou seus objetivos, destacando que o país não perdeu sua soberania e que a paz e a justiça seguem como prioridade.
Amanhã, diversos líderes europeus devem chegar a Kyiv para a cerimônia de comemoração. Entre os convidados estão representantes de destaque da Otan e da União Europeia, que participarão presencialmente ou por videoconferência na reunião da Coalizão Disposta, criada para apoiar a Ucrânia.
Zelenskiy, em pronunciamento pela manhã, reforçou que a defesa da independência continua firme e que a Ucrânia não foi derrotada no conflito. O governo ucraniano aponta continuidade dos esforços para consolidar a paz e a responsabilização por eventuais crimes de guerra.
No âmbito europeu, a expectativa é de que o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, falem na cerimônia de Kyiv. A presença deles sinaliza apoio institucional ao país nesse marco histórico.
Sanções da UE e entrave diplomático
Apesar das celebrações, a União Europeia não conseguiu aprovar um novo pacote de sanções contra a Rússia. A votação ficou travada após o veto da Hungria, sob disputa sobre o trânsito de petróleo via Ucrânia, o que impõe limites à pressão econômica.
Essa discordância reflete divergências entre Estados-membros sobre como aumentar a pressão sem prejudicar fluxos energéticos europeus. Analistas apontam que a falta de acordo pode manter o peso das medidas já existentes, sem avanços significativos.
O público poderá acompanhar a cobertura completa com as declarações oficiais de autoridades da UE e da Otan, além de entrevistas com especialistas sobre as consequências da decisão para a Ucrânia e para a segurança regional.
Shaun Walker, correspondente, destaca em reportagem anterior como a comunidade de inteligência avaliava os planos de intervenção de Putin há anos, antes de serem amplamente reconhecidos. O repórter participará de uma sessão de perguntas e respostas para esclarecer dúvidas do público.
Este segundo dia de cobertura ocorre em 24 de fevereiro de 2026, com a equipe de reportagem de Jakub Krupa responsável pelo envio na Europa. A transmissão continua para leitores que buscam informações diretas e verificáveis sobre o conflito e seus desdobramentos.
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