- Ex-príncipe Andrew ficou detido por cerca de onze horas no Reino Unido, no dia do seu aniversário de sessenta e seis anos, antes de ser liberado.
- A polícia apura possível má conduta relacionada ao exercício de função pública, e ele foi fotografado saindo da delegacia no banco traseiro de um carro.
- Andrew foi destituído de todos os títulos reais em outubro de 2025 e já havia renunciado ao título de duque de York.
- A investigação tem relação com a amizade dele com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e acusado de chefiar uma rede de tráfico de pessoas.
- Giuffre—uma das principais acusadoras de Epstein—afirmou em 2019 ter sido abusada por Andrew em 2001, quando tinha dezessete anos; Andrew sempre negou as acusações.
Andrew Mountbatten-Windsor, ex-príncipe conhecido como Príncipe Andrew, foi liberado pela polícia após cerca de 11 horas detido no Reino Unido. Ele é alvo de investigação por suposta má conduta relacionada ao exercício de função pública, ligado ao caso Jeffrey Epstein. A saída ocorreu em meio ao aniversário de 66 anos do príncipe.
Nascido em 19 de fevereiro de 1960, Andrew foi casado com Sarah Ferguson, com quem teve as princesas Beatrice e Eugenie. O casal separou-se em 1996. Em outubro de 2025, ele perdeu todos os títulos reais, incluindo o de duque de York, conforme informou o próprio príncipe.
Histórico do caso Epstein
A investigação envolve a relação de Andrew com o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e acusado de chefiar uma rede de tráfico. A notoriedade da relação aumentou após o registro público de encontros em Nova York em 2010, quando o ex-príncipe apareceu ao lado do empresário.
Em 2019, após a morte de Epstein, Virginia Giuffre alegou ter sido abusada pelo príncipe em 2001, quando tinha 17 anos. Andrew sempre negou as acusações, que também ganharam atenção após uma entrevista à BBC Newsnight em 2019.
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