- Renan Santos, dirigente do MBL e pré-candidato à Presidência, afirmou que a frase “tem de morrer” de Flávio Bolsonaro se referia apenas a uma morte política, não a violência física.
- Ele disse que o trecho divulgado foi retirado de contexto.
- A fala gerou repercussão negativa, e Renan manteve críticas a Flávio Bolsonaro, afirmando não se arrepender do conteúdo político.
- O dirigente afirmou que Flávio “tem de morrer politicamente” e criticou a atuação do senador no cenário nacional.
- Citou supostos casos como rachadinhas, articulações que teriam enfraquecido a Lava Jato, a indicação de Augusto Aras à PGR e o fim da CPI da Lava Toga, dizendo que Flávio e a família seriam “um problema para o Brasil”.
Renan Santos, dirigente do MBL e pré-candidato à Presidência, disse que a frase em que afirmou que Flávio Bolsonaro tem de morrer se referia apenas a uma morte política. A declaração ocorreu em uma live nesta semana e gerou críticas pelo tom.
Segundo ele, não houve defesa de violência física e o trecho divulgado foi retirado de contexto. O posicionamento foi reiterado por meio de suas redes sociais, destacando que Flávio Bolsonaro tem de morrer politicamente.
Além disso, Renan apontou ações atribuídas ao senador que, na visão dele, teriam enfraquecido o combate à corrupção no governo Bolsonaro. Entre as menções, ele citou rachadinhas e articulações políticas envolvendo a Lava Jato.
O dirigente também mencionou a indicação de Augusto Aras à Procuradoria-Geral da República e o fim da CPI da Lava Toga, associando tais fatos a impactos negativos para o cenário político nacional. Ele classificou Flávio Bolsonaro como um problema para o Brasil.
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