- O Conselho de Segurança da ONU faz reunião de emergência nesta segunda-feira, solicitada pela Venezuela para discutir a operação militar dos EUA no país.
- Maduro e a mulher, Cilia Flores, estão detidos em Nova York; a sessão do tribunal em Manhattan está marcada para as 12h locais.
- Países como Irã e Colômbia apoiaram o pedido venezuelano; a comunidade internacional está dividida sobre a ação.
- Manifestações de protesto estão programadas em Lisboa e no Porto em repúdio à intervenção militar.
- O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para implicações preocupantes na região; Trump disse que os EUA vão governar o país até a transição e sinalizou nova ofensiva se necessário; Delcy Rodríguez foi confirmada presidenta interina.
O Conselho de Segurança da ONU faz hoje uma reunião de emergência para discutir a operação militar liderada pelos Estados Unidos na Venezuela. A ação resultou na captura e deposição do presidente Nicolás Maduro, que está detido em Nova York. Caracas solicitou formalmente o encontro para tratar o assunto, com apoio de Irã e Colômbia.
Segundo a solicitação venezuelana, o objetivo é questionar a suposta agressão criminosa praticada pelos EUA na madrugada de sábado. A convocação foi compartilhada por países que apoiaram o pedido, ampliando o debate entre nações sobre a legalidade e as consequências da intervenção.
A reunião ocorre no dia em que Maduro e a esposa, Cilia Flores, devem comparecer a um tribunal em Manhattan, onde o presidente venezuelano enfrenta acusações de narcoterrorismo e posse de armas. O tribunal federal do Distrito Sul confirmou a sessão para as 12h, horário local.
A comunidade internacional tem mostrado posições divergentes. O secretário-geral da ONU, António Guterres, sinalizou que a operação pode ter implicações preocupantes para a região. Enquanto isso, manifestações de protesto contra a ação ocorreram em Lisboa e no Porto.
Horas após o ataque, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou a governança do país até a conclusão da transição de poder, condicionando futuras medidas. Delcy Rodríguez, designada como presidente interina, foi alvo de advertência pública de Trump, caso não cumpra as determinações.
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