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Prefeito de Nova York critica ato de guerra de Trump contra a Venezuela

Prefeito Zohran Mamdani classifica a ação dos Estados Unidos contra a Venezuela como ato de guerra; Maduro deverá apresentar-se a juiz em Manhattan

New York City Mayor Zohran Mamdani speaks during a press conference at Grand Army Plaza in the Brooklyn borough of New York City, U.S., January 2, 2026. REUTERS/Jeenah Moon
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  • Zohran Mamdani, prefeito de Nova York, criticou o que chama de ato de guerra da administração de Donald Trump contra a Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro.
  • O prefeito disse ter tido uma conversa direta com Trump para expor seu desacordo com a insistência em mudar o regime na Venezuela.
  • Maduro e a esposa, Cília Fortes, estão sob custódia federal em Brooklyn; o presidente venezuelano deverá se apresentar a um juiz em Manhattan nos próximos dias.
  • A administração dos Estados Unidos informou que vai administrar a Venezuela durante a transição de poder, enquanto Delcy Rodríguez foi nomeada líder interina para assegurar continuidade administrativa.
  • A acusação contra Maduro envolve narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e crimes com armas automáticas, segundo a DEA.

Zohran Mamdani, prefeito de Nova York, afirmou ter conversado diretamente com o ex-presidente Donald Trump e criticou o que chamou de ato de guerra contra a Venezuela. A declaração ocorreu após Trump anunciar ações envolvendo o país sul-americano e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Mamdani tomou posse como prefeito democrata na quinta-feira anterior e, em coletiva de imprensa no fim de semana, disse ter recebido informações sobre a detenção de Maduro por tropas dos EUA. O prefeito destacou que mudanças de regime contrariam leis federais e internacionais e afetam a segurança de nova-iorquinos.

O presidente Maduro e sua esposa, Cília Fortes, estão sob custódia federal em Brooklyn, Nova York, após serem capturados em Caracas. Maduro deverá se apresentar a um juiz federal em Manhattan nos próximos dias. A Administração dos EUA informou que comandará a Venezuela durante a transição de poder.

Atualização sobre a transição

A Justiça americana já acusa Maduro de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e crimes com armas automáticas, com base em investigações da DEA. Maduro estaria transferido para o Centro de Detenção Metropolitano no distrito de Nova York.

Delcy Rodríguez foi nomeada pela Venezuela como líder interina para assegurar continuidade administrativa. A presidência interina assume em meio a tensões com Estados Unidos, que justificam a intervenção como necessária para manter a estabilidade regional.

Contexto internacional e consequências

A operação gerou reações internacionais diversas, com críticas de alguns setores e apoio de outros que veem a queda de Maduro como avanço político. A comunidade local, especialmente venezuelanos em Nova York, acompanha os desdobramentos que afetam a cidade.

A Casa Branca e o Departamento de Justiça não comentaram além dos comunicados oficiais sobre a detenção e a transição de poder. O noticiário acompanha a evolução do caso nos próximos dias, com the atuação das autoridades federais em Nova York.

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