- Trump: reduzir ou suspender postagens em redes sociais, com filtragem da chefe de gabinete, para evitar ataques que afastem eleitores e demonstrem instabilidade.
- Putin: ler sobre nacionalismo moderno para compreender identidades sociais; atualizar seu conhecimento sobre IA, evitando dependência das relações de poder atuais na região.
- Europa: diversificar relações comerciais e avançar com acordo de livre comércio com Mercosul, buscando reduzir dependência de um único mercado.
- Kakistocratas e principais gestores: considerar a saída de cargos de alta direção em função de desempenho duvidoso, priorizando reformas e responsabilidade pública.
- Netanyahu: reconhecer que 2025 não foi triunfo estratégico permanente e concentrar esforços em interesse de longo prazo de Israel, além de buscar caminhos para uma solução pacífica.
No início de 2026, circulam propostas de resoluções dirigidas a líderes mundiais e figuras influentes. O objetivo é orientar ações públicas e responsabilidade, diante da percepção de 2025 como período de insatisfação global. As sugestões destacam reformas em diferentes dimensões.
Entre as sugestões, há conselhos para o presidente dos EUA, Donald Trump, que deveria moderar o uso de redes sociais. A recomendação é que Susie Wiles filtre mensagens, para evitar ataques que possam afastar eleitores indecisos e afetar a imagem internacional dos EUA.
Para o presidente russo Vladimir Putin, as propostas incluem aprofundar estudos sobre nacionalismo moderno e atualizar conhecimentos em inteligência artificial, visando adaptar a economia ao mundo digital. O texto aponta que a dependência de avanços tecnológicos precisa de equilíbrio com objetivos estratégicos.
Além disso, são apresentadas recomendações aos líderes europeus. O destaque é diversificar relações comerciais, com a conclusão de acordos de livre comércio com Mercosul, já há muito discutidos. A medida é apresentada como maneira de reduzir dependência de qualquer bloco único.
O grupo informal conhecido como Kakistocracia recebe orientações para reconsiderar a continuidade no poder. O documento sugere que altas autoridades avaliem a possibilidade de transição, citando riscos políticos e legais que podem emergir nos próximos anos.
Entre os demais destinatários, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, é instado a reconhecer que o ano anterior não representou uma vitória estratégica completa. A gestão de Gaza e as relações com a população local são apontadas como pontos de atenção para 2026.
O príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman recebe alertas sobre projetos de grande escala que podem precisar de ajustes. A recomendação é ouvir especialistas e ampliar a abertura ao diálogo externo para evitar desequilíbrios econômicos a longo prazo.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, é instado a fortalecer o corpo diplomático e evitar a retração de embaixadores em várias regiões. A sugestão é manter consistência de política externa e demonstrar liderança estável diante de crises globais.
O setor tecnológico também ganha atenção, com apelos a que os executivos de grandes empresas de tecnologia adotem maior responsabilidade social. O texto ressalta que a pressão pública pode aumentar caso haja impactos econômicos significativos sobre parcelas da população.
Entre os setores de educação, o documento enfatiza a defesa da liberdade acadêmica e a resistência a pressões que limitem a diversidade de ideias. A ideia é manter instituições de ensino como espaços de pesquisa e debate rigoroso.
Contexto e objetivos
- O conjunto de propostas busca promover responsabilidade pública entre VIPs globais.
- As recomendações aparecem em meio a avaliações negativas sobre liderança internacional.
- O foco está na governança, economia diversificada e equilíbrio entre interesse nacional e cooperação.
Princípios orientadores
- Ações devem ser neutras e baseadas em fatos verificáveis.
- Evita-se linguagem partidária e julgamentos de valor.
- O texto mantém tom informativo, sem opiniar sobre os destinatários.
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