- A Rússia afirma que Ukraine tentou atingir a residência de Vladimir Putin com drones; Lavrov disse que defesas aéreas derrubaram noventa e um drones e classificou o ataque como terrorismo de Estado.
- a Ucrânia nega as acusações; Zelenskiy acusa Lavrov de espalhar mentiras para atrapalhar o progresso diplomático entre Kyiv e Washington após reunião com Donald Trump.
- Trump parece ter acreditado na acusação e disse que seria inadequado atacar a residência, em meio a negociações em curso.
- Não há evidências apresentadas por Moscou; porta-voz do Kremlin afirmou que não haveria provas.
- Reação internacional diverge: há ceticismo na Europa, com apoio modesto de Narendra Modi, enquanto outros dirigentes pedem cautela e foco no diálogo.
O governo russo afirmou que drones atingiram a residência de Vladimir Putin em um ataque em massa, com Sergei Lavrov alegando que a defesa aérea neutralizou 91 drones. A Rússia classificou o episódio como terrorismo de Estado.
A Ucrânia negou a acusação, afirmando que não houve ataque e acusou Moscou de usar a denúncia como instrumento de propaganda. Volodymyr Zelenskiy chamou as alegações de mentiras russas para atrapalhar negociações com os Estados Unidos.
O episódio chegou em um momento delicado de negociações entre Washington e Kyiv, com a declaração de que a paz estaria perto e de que Moscou estaria pronto para conversas, ao mesmo tempo em que o interesse de Donald Trump é citado por alguns analistas.
Ausência de evidências e credibilidade
Não foram apresentadas evidências públicas por Moscou, segundo porta-voz do Kremlin. As autoridades russas costumam sustentar suas narrativas sem divulgar documentos verificáveis.
A cautela europeia é evidente: governos da região expressaram ceticismo em relação à alegação. Em contraste, Modi, primeiro-ministro indiano, mostrou preocupação com a situação, pedindo foco nas negociações.
Reações internacionais e desdobramentos
Trump comentou a hipótese de o ataque ter ocorrido, sugerindo que poderia ter havido manipulação. A comunidade de inteligência dos EUA não foi confirmada publicamente em relação às afirmações.
Oficiais ucranianos criticaram o tom de apoio internacional a Rússia e destacaram a necessidade de provas para sustentar acusações que tenham impacto em diálogos diplomáticos. As informações seguem em desenvolvimento.
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