- O governo local de Arraiján, no Panamá, demoliu um monumento que homenageia as contribuições da China ao Canal do Panama, citando questões de segurança e uma concessão de terras vencida.
- A demolição provocou reçao da comunidade chinesa local e críticas do presidente panamenho.
- Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, declarou estar “seriamente insatisfeito” com a demolição.
- A demolição foi descrita como forçada e de "natureza muito ruim", segundo o comunico.
- A ação ocorre em meio a tensões na relação entre China e Panamá.
O governo local de Arraiján, na província Ocidental de Panama, demoliu um monumento que celebra as contribuições da China ao Canal do Panamá. A ação ocorreu em dia recente, sob a alegação de questões de segurança e de uma concessão de terras já vencida. A demolição foi realizada pela administração municipal sem detalhar compensações nem alternativas de preservação.
A medida provocou reação da comunidade chinesa local e gerou críticas do presidente panamenho, que pediu avaliação das circunstâncias. Segundo autoridades locais, a retirada do monumento busca evitar riscos estruturais e manter a regularidade administrativa diante de contratos vencidos. A operação ampliou tensões entre Panamá e China, já observadas em episódios anteriores.
Reação oficial da China
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China manifestou insatisfação grave com a demolição, destacando que a ação abala sentimentos da comunidade chinesa no exterior e contraria o histórico de amizade entre China e Panamá. Em fala a repórteres, o porta-voz ressaltou a importância de respeitar vínculos entre os dois países e de tratar o tema com responsabilidade.
A posição chinesa veio à tona após a divulgação do ocorrido por meio de veículos internacionais, destacando a importância de manter canais diplomáticos abertos. Autoridades panamenhas não divulgaram novas informações adicionais sobre etapas futuras nem sobre a possível reconstrução do memorial.
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