- Homem matou nove pessoas a facadas durante a madrugada em Paramaribo, Suriname, incluindo cinco crianças, e foi detido no domingo (28).
- A polícia informou que as vítimas incluem quatro adultos e cinco crianças; a filha de 11 anos foi esfaqueada 44 vezes na cozinha da residência após uma discussão por telefone com a esposa.
- Uma sexta criança e um adulto ficaram gravemente feridos e foram levados ao Hospital Acadêmico de Paramaribo para atendimento médico.
- Moradores do distrito de Commewijne disseram que o suspeito sofria transtornos mentais; a polícia não detalhou as circunstâncias do ataque.
- A presidente Jenny Simons lamentou o ocorrido e disse que famílias e amigos precisam de apoio; a polícia disse que deve divulgar mais informações nas próximas horas.
Um homem matou nove pessoas a facadas durante a madrugada em Paramaribo, capital do Suriname. A polícia informou a detenção do agressor neste domingo, 28, e afirmou que investigará as verdadeiras circunstâncias do ataque nas próximas horas.
Segundo a polícia, quatro adultos e cinco crianças foram mortos com um objeto cortante em uma residência na Hadji Iding Soemitaweg, em Paramaribo. A nota oficial não detalha as motivações ou a sequência dos fatos.
A mesma comunicação indicou que uma sexta criança e um adulto ficaram gravemente feridos e foram levados de ambulância para a emergência do Hospital Acadêmico de Paramaribo, onde receberam atendimento médico e permanecem internados.
A imprensa local informou que o suspeito, residente no distrito de Commewijne, ao leste da capital, vinha apresentando transtornos mentais segundo relatos de moradores. A polícia não confirmou as informações, mantendo o foco na apuração.
A presidente do Suriname, Jenny Simons, manifestou lamento pelo ocorrido e destacou a necessidade de apoio às famílias afetadas. Ela desejou força e consolo às vítimas e aos enlutados em um momento de grande comoção nacional.
A polícia informou que deve divulgar novos detalhes sobre o ataque nas próximas horas, à medida que as investigações avancem e haja acesso a evidências. O caso ocorre em cenário já marcado por violência rara no país.
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