- Reform UK propõe limitar a ajuda externa a £1 bilhão por ano (cerca de 0,03% do PIB), o que não cobririam compromissos existentes com organismos internacionais.
- Os compromissos atuais com ONU, Associação Internacional de Desenvolvimento (Banco Mundial), Gavi e Fundo Global somam mais de £1,6 bilhão por ano; a ajuda multilateral foi £2,8 bilhões em 2024.
- Cortar para £1 bilhão exigiria reduzir acordos plurianuais e deixaria pouca ou nenhuma margem para atender a novas calamidades, como desastres naturais.
- Críticos afirmam que a medida reduziria significativamente a capacidade do Reino Unido de combater doença, pobreza e desigualdade e prejudicaria sua reputação como parceiro global.
- Partidos de oposição reproduzem críticas, dizendo que a política é arriscada e pode diminuir influência britânica; membros do governo defendem que haveria recursos para Ucrânia e ajuda humanitária.
Plans by Reform UK to slash overseas aid to a £1 bilion cap would fail to cover existing multi-year commitments to global bodies such as the UN, the World Bank and health initiatives, risking Britain’s standing abroad.
The proposal, announced in November by Nigel Farage, seeks to reduce aid to about 0.03% of GDP. Even with this cap, the UK would still have to honor current commitments, making the plan difficult to implement without disrupting long-term funding.
Analysts warn that, if enacted, the cap would force reductions in ongoing support to multilateral groups. The total UK aid channeled through multilateral means stood at £2.8 bilion in 2024, with commitments to UN agencies, IDA, Gavi and the Global Fund totaling more than £1.6 bilion annually.
Cutting those guarantees immediately would strain disaster response capacity and vaccination programs, leaving little room for new crises. Critics say the move would erode the UK’s influence in key decision forums and undermine its reliability as a global partner.
Reações
Gideon Rabinowitz, do Bond, afirma que a proposta reduziria drasticamente a capacidade do governo de combater doenças, pobreza e desigualdade, além de inviabilizar ações futuras em desastres. Há risco de daño à reputação britânica em instituições internacionais e de perda de influência.
Partidos da oposição também criticam o plano. O Labour sustenta que a medida seria inapropriada, deixaria o país sem fundos para crises futuras e diminuiria a posição britânica em fóruns globais. O LibDems vê impactos na diplomacia e na cooperação internacional.
Zia Yusuf, chefe de políticas da Reform, afirma que o limite de £1 bilhão não prejudicaria a participação britânica em organismos multilaterais e iria preservar recursos para a ajuda à Ucrânia e para ações de ajuda humanitária. Ele acusa governos anteriores de gasto excessivo em projetos externos.
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