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China classifica interceptação de navios pelos EUA como violação grave

China acusa violação grave do direito internacional após EUA interceptarem petroleiro venezuelano com destino à China

FILE PHOTO: Chinese Foreign Ministry spokesperson Lin Jian gestures during a press conference in Beijing, China March 20, 2024. Reuters/Tingshu Wang/Proibida reprodução
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  • A China afirmou que a interceptação de navios de outro país pelos EUA é uma grave violação do direito internacional.
  • O petroleiro Centuries, com cerca de 1,8 milhão de barris de Merey venezuelano, seguia para a China sob nome falso, segundo documentos.
  • A interceptação ocorreu na costa venezuelana, em águas internacionais, dias após Trump anunciar o bloqueio a petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela.
  • O governo americano sustenta que o navio participava de evasão de sanções venezuelanas e portava bandeira falsa.
  • A Venezuela classificou o ato como grave pirataria internacional. Com informações da Reuters.

O governo chinês afirmou que a interceptação de navios por parte dos EUA configura uma violação grave do direito internacional. A declaração ocorreu após a Guarda Costeira dos EUA interceptar um petroleiro com destino à China na costa venezuelana, na sequência de ações de sanctionação contra a Venezuela. A China ressalta o direito de a Venezuela manter relações com outros países.

O petroleiro Centuries foi interceptado em águas internacionais próximo à Venezuela. Segundo documentação, a embarcação transportava cerca de 1,8 milhão de barris de petróleo bruto Merey para a China, sob uma identidade de bandeira falsa. A operação envolve alegação de evasão de sanções e uma ordem judicial de apreensão.

O governo venezuelano classificou a interceptação como um ato de pirataria internacional. Em Washington, o governo americano afirmou que o navio fazia parte de uma prática de evasão de sanções venezuelanas. A China, por meio de Lin Jian, condicionou a resposta ao cumprimento do direito internacional.

Reação e desdobramentos

Lin Jian afirmou que a Venezuela tem o direito de desenvolver relações com outros países e pediu respeito às normas internacionais. A nota diplomática chinesa não detalha possíveis medidas futuras, mantendo o tom de alerta sobre violações de soberania.

A agência Reuters é a principal fornecedora de informações para este texto, com base em relatos de autoridades e fontes oficiais. O tema envolve disputas sobre sanções, legitimidade de ações no mar e o impacto em compras de petróleo pela China. O material descreve fatos observáveis sem julgamentos.

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