- Comunidades no norte de Israel começaram a retornar e reconstruir na fronteira com o Líbano, apesar de alguns serem cautelosos.
- Noam Erlich, mestre cervejeiro, vê de sua posição a casa de seus antepassados no Manara, kibutz fundado na década de quarenta.
- O prédio dele foi atingido repetidamente por missiles do Hezbollah durante o conflito que terminou há cerca de um ano.
- A maioria das casas vizinhas deve ser demolida.
- Há consenso bipartidário em Israel de que uma nova ofensiva militar para destruir capacidades militares do Hezbollah é iminente.
No border com o Líbano, comunidades têm retornado e iniciado a reconstrução, ainda que alguns moradores demonstrem cautela. O Manara, kibutz fundado na década de 1940, fica no extremo norte de Israel e foi alvo de ataques durante o conflito anterior, encerrado há cerca de um ano.
Noam Erlich, de 44 anos, mantém uma cerveja artesanal no local, diante de ruínas e de um terreno que já abrigou o bar da família. O cenário mostra casas vizinhas danificadas e estruturas quase desabadas, sinalizando para o que possivelmente será demolido.
Há um consenso político em Israel, com apoio bipartidário, de que uma nova ofensiva militar deve ocorrer para debelar as capacidades militares do Hezbollah. A previsão é de que o grupo seja alvo de ações para reduzir sua presença na região.
Apesar da volta gradual, parte da população permanece relutante em retornar rapidamente. Especialistas apontam que a retomada das atividades e a estabilidade local dependem de garantias de segurança e de avanços na contenção de ligações do Hezbollah.
Retorno e reconstrução
As comunidades na região continuam os trabalhos de reconstrução e adaptação. Autoridades locais ressaltam a importância de proteger infraestrutura básica e de apoiar moradores que ainda vivem sob o impacto do conflito recente.
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