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Forças Democráticas Aliadas matam cristãos hospitalizados na África

Nos dias 14–15 de novembro de 2025, a ADF matou ao menos 28 cristãos e incendiou o hospital em Lubero, provocando grande deslocamento

Mães que estavam amamentando no hospital foram mortas cruelmente por serem cristãs na República Democrática do Congo (foto representativa)
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  • Em Lubero, na província de Kivu do Norte, ataques da Forças Democráticas Aliadas (ADF) entre 14 e 15 de novembro de 2025 deixaram ao menos 28 cristãos mortos, incluindo pacientes do centro de saúde da igreja.
  • O hospital da igreja foi incendiado durante o ataque, provocando grande deslocamento e queda no comparecimento aos cultos.
  • O reverendo Maliro informou que 18 das vítimas eram pacientes do centro de saúde, com duas pessoas queimadas vivas em suas casas; crianças na maternidade ficaram sem suas mães.
  • Além das mortes, houve incêndio de casas, saques e o sequestro de um número não divulgado de pessoas, gerando deslocamento em massa na região.
  • O episódio ocorre após ataques anteriores que resultaram na morte de mais de vinte cristãos nas semanas anteriores, contribuindo para o esvaziamento de igrejas locais.

Na República Democrática do Congo, a comunidade cristã foi alvo de novos ataques da ADF em Lubero, Kivu do Norte. Entre 14 e 15 de novembro de 2025, a insurgência matou ao menos 28 cristãos e incendiou o hospital da igreja local, provocando deslocamentos em massa.

Segundo o reverendo Maliro, 18 das vítimas eram pacientes do centro de saúde da igreja e outras duas eram cristãos que foram assassinados em suas casas. Os extremistas teriam retirado pacientes e cuidadores das camas e os matado com facões, antes de queimar o hospital.

O ataque também levou ao saque de propriedades e ao sequestro de pessoas, com relatos de uma redução acentuada na frequência dos cultos. Médias locais indicam que o episódio agravou o êxodo interno na região, que já vinha sendo marcada por violência contra cristãos.

Desdobramentos e contexto

Fontes associadas à sociedade civil indicam três dias sem atividades na chefia de Baswagha, em Lubero, como protesto simbólico pela insegurança. Dados de agosto a outubro apontam, em média, 12 ataques mensais contra cristãos, resultando em cerca de 99 mortes, incluindo três crianças.

A situação ampliou a preocupação com a proteção de comunidades religiosas e o acesso a serviços básicos, como saúde. Organizações locais pedem apoio humanitário e medidas de segurança para a população afetada.

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