- O governo francês suspendeu a Shein, retalhista chinesa de moda rápida, após a descoberta de bonecas sexuais com aparência infantil e armas à venda no site, anúncio feito na quarta-feira, 5 de novembro, logo após a abertura da primeira loja física da empresa em Paris; o Ministério das Finanças alertou que a suspensão total poderia ocorrer se produtos proibidos continuassem disponíveis.
- Na sexta-feira, 7 de novembro, a suspensão foi interrompida após a retirada de todos os produtos ilegais de suas plataformas; o órgão francês de controle do consumo confirmou que, após verificação, nenhum item ilícito, incluindo medicamentos, estava mais à venda.
- O primeiro-ministro Sébastien Lecornu informou que a empresa permanecerá sob estreita vigilância e pediu uma nova avaliação da situação na próxima semana.
- A Shein manifestou interesse em dialogar com autoridades francesas para abordar as preocupações e apresentar as medidas adotadas para melhorar a operação.
- O processo judicial permanece: o Ministério do Interior abriu um processo contra a empresa em um tribunal de Paris, enquanto um procurador investiga a venda das bonecas; as alfândegas francesas continuarão a monitorar mercadorias apreendidas e outras plataformas que vendam produtos ilegais.
O governo francês suspendeu a Shein, uma retalhista chinesa de moda rápida, após a descoberta de bonecas sexuais com aparência infantil e armas à venda em seu site. A medida foi anunciada na quarta-feira, 5 de novembro, logo após a abertura da primeira loja física da empresa em Paris. O Ministério das Finanças alertou que a suspensão total do site poderia ocorrer se produtos proibidos continuassem disponíveis.
Na sexta-feira, 7 de novembro, a suspensão foi interrompida após a Shein retirar todos os produtos ilegais de suas plataformas. O organismo francês de controle do consumo confirmou que, após verificação, nenhum item ilícito, incluindo medicamentos, estava mais à venda. O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, informou que a empresa permanecerá sob “estreita vigilância” e pediu uma nova avaliação da situação na próxima semana.
A Shein, por sua vez, manifestou seu interesse em dialogar com as autoridades francesas para abordar as preocupações levantadas e apresentar as medidas que adotou para melhorar sua operação. Contudo, a decisão de suspender a Shein não encerra o processo judicial em andamento. O Ministério do Interior abriu um processo contra a empresa em um tribunal de Paris, enquanto um procurador investiga a venda das bonecas sexuais. Além disso, as alfândegas francesas continuarão a monitorar as mercadorias apreendidas e outras plataformas que possam estar vendendo produtos ilegais.
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