- A paralisação do governo dos Estados Unidos, em vigor desde 1º de outubro, gerou o cancelamento de mil voos nesta sexta-feira, 8 de novembro.
- Prevê-se uma redução de tráfego de quatro por cento hoje e até dez por cento em uma semana, afetando os aeroportos mais movimentados do país.
- A escassez de controladores, com trabalhadores sem remuneração há mais de cinco semanas, levou o governo a reduzir o tráfego em quarenta aeroportos, incluindo Washington Reagan, Chicago O’Hare e Atlanta; Dallas, Houston, Miami e Filadélfia também registraram atrasos.
- No próximo fim de semana, devem ocorrer cerca de setecentos cancelamentos adicionais, em função do feriado nacional de onze de novembro, com o Dia de Ação de Graças se aproximando.
- Cerca de quatorze mil controladores monitoram o espaço aéreo; mais de três milhões de passageiros voam diariamente; as principais companhias priorizam rotas internacionais para reduzir impactos nos voos domésticos, segundo autoridades.
A atual paralisação do governo dos Estados Unidos, que se estende desde 1º de outubro, resultou em sérias consequências para o setor aéreo. A escassez de controladores de tráfego aéreo levou ao cancelamento de cerca de 1.000 voos nesta sexta-feira, 8 de novembro. A situação se agrava com a previsão de uma redução de tráfego de até 10% em uma semana, afetando os aeroportos mais movimentados do país.
A falta de pessoal nas torres de controle, onde os trabalhadores estão sem remuneração há mais de cinco semanas, motivou o governo a implementar uma redução de tráfego em 40 aeroportos. Os principais afetados incluem os de Washington (Reagan), Chicago O’Hare e Atlanta. Além dos cancelamentos, os aeroportos de Dallas, Houston, Miami e Filadélfia também registraram atrasos significativos.
Impactos e Expectativas
Para o próximo fim de semana, espera-se cerca de 700 cancelamentos adicionais, em um período que coincide com o feriado nacional de 11 de novembro. A situação é crítica, especialmente com o Dia de Ação de Graças se aproximando, quando o tráfego aéreo atinge seu pico anual. O secretário dos Transportes, Sean Duffy, assegurou que os voos internacionais não serão impactados pela redução do tráfego.
Atualmente, cerca de 14.000 controladores monitoram o espaço aéreo dos EUA, onde mais de três milhões de passageiros voam diariamente. A paralisação é a mais longa da história do país, superando a de 2018, que causou caos no tráfego aéreo. Enquanto isso, o presidente Donald Trump não está impedido de viajar e se dirige a Palm Beach para o fim de semana.
Diante deste cenário, as principais companhias aéreas, como American Airlines, United e Delta, priorizam a manutenção das rotas internacionais, buscando minimizar os impactos da crise nos voos domésticos.
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