- Os Estados Unidos enfrentam crise na aviação, com 1.008 voos cancelados e mais de 3.700 atrasos neste dia, segundo dia consecutivo de problemas, em razão da escassez de controladores causada pelo shutdown que já dura 39 dias; cerca de 2.000 controladores já se demitiram e a redução de tráfego prevista varia entre 10% e 20%; o Senado está em sessão buscando acordo.
- Os principais aeroportos afetados incluem Charlotte, Newark, John F. Kennedy, Chicago e Atlanta.
- No John F. Kennedy, o atraso médio nas chegadas é de duas horas e meia e, nas partidas, cerca de 100 minutos; em Newark, o atraso médio passa de quatro horas.
- Companhias aéreas mais impactadas: American Airlines, Southwest, United, Delta e JetBlue.
- A Administração Federal de Aviação (FAA) confirmou paralisia temporária nas operações em Chicago e JFK por falta de controladores; o Departmento dos Transportes (DOT) determinou redução de até 10% no tráfego, que pode chegar a 20% se a situação não se normalizar; cerca de 2.000 controladores já deixaram os cargos, e o secretário dos Transportes, Sean Duffy, alertou que, sem acordo até terça-feira, o pagamento aos controladores pode ser suspenso, levando a novas demissões; o Senado continua reunido neste fim de semana para buscar uma solução.
Os Estados Unidos enfrentam uma grave crise na aviação, com 1.008 voos cancelados e mais de 3.700 atrasos registrados somente hoje, segundo dia consecutivo de problemas. A situação é atribuída à escassez de controladores aéreos, resultado do shutdown que já dura 39 dias. Os principais aeroportos afetados incluem Charlotte, Newark, John F. Kennedy, Chicago e Atlanta.
A falta de controladores aéreos tem gerado atrasos significativos. No aeroporto JFK, os voos têm um atraso médio de duas horas e meia nas chegadas e cerca de 100 minutos nas partidas. Em Newark, o atraso médio ultrapassa quatro horas. As companhias aéreas mais impactadas são American Airlines, Southwest, United, Delta e JetBlue.
Situação Crítica
A Administração Federal de Aviação (FAA) anunciou paralisações temporárias nas operações em Chicago e JFK devido à falta de controladores. Para mitigar a crise, o Departamento de Transportes determinou uma redução de até 10% no tráfego aéreo, que pode aumentar para 20% se a situação não se normalizar em breve.
Cerca de 2.000 controladores já se demitiram, e a situação pode piorar ainda mais. O secretário dos Transportes, Sean Duffy, advertiu que, se não houver um acordo até terça-feira, um novo pagamento aos controladores não será realizado, o que pode levar a mais demissões. O Senado permanece em sessão durante o fim de semana, tentando encontrar uma solução para encerrar o shutdown.
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