- O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou a apreensão de 1,8 toneladas de cocaína em uma operação conjunta com El Salvador no Pacífico, no último sábado, sem mortes e com três detidos equatorianos.
- Petro disse que a ação contrasta com operações dos Estados Unidos, que teriam causado quase 70 mortes na luta contra o narcotráfico.
- Desde outubro, Petro e familiares estão sob sanções do Departamento do Tesouro americano, incluindo Verónica Alcocer, Nicolás Petro e Armando Benedetti.
- A operação foi coordenada pela Inteligência Naval colombiana e pela Marinha de El Salvador.
- O presidente afirmou manter o combate ao narcotráfico, mas com abordagem que prioriza a vida e critica a violência das ações norte-americanas.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou a apreensão de 1,8 toneladas de cocaína em uma operação conjunta com El Salvador, realizada no Pacífico, sem registrar mortes. A operação, que aconteceu no último sábado, resultou na detenção de três equatorianos. Petro fez questão de ressaltar que, ao contrário das operações norte-americanas, que causaram quase 70 mortes, a ação colombiana foi bem-sucedida e sem vítimas.
Desde outubro, Petro e alguns de seus familiares estão sob sanções dos Estados Unidos, acusados de supostas ligações com o narcotráfico. O Departamento do Tesouro americano incluiu na lista negra, além do presidente, a primeira-dama Verónica Alcocer, o filho Nicolás Petro e o ministro do Interior Armando Benedetti. O presidente colombiano nega as acusações e critica a abordagem violenta das operações norte-americanas.
Críticas às operações norte-americanas
Petro expressou sua insatisfação com as operações dos EUA, que têm resultado em um alto número de fatalidades. Segundo ele, a apreensão de cocaína sem mortes demonstra uma alternativa mais eficaz e humana no combate ao narcotráfico. A operação no Pacífico, coordenada pela Inteligência Naval colombiana e pela Marinha de El Salvador, destaca a capacidade das forças locais em lidar com o problema.
O presidente reafirmou seu compromisso em combater o narcotráfico, mas com uma abordagem que prioriza a vida e a segurança das pessoas. A apreensão de 1,8 toneladas de cocaína é vista como um passo significativo nesse sentido, refletindo a eficácia das ações conjuntas entre os países da região.
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