- Trump anunciou um novo plano de paz para o Oriente Médio, com fim da guerra em Gaza e foco na reconstrução da região, orçada em mais de 30 bilhões de dólares; disse que Israel venceu militarmente e que é hora de buscar a paz.
- A declaração ocorreu após a libertação de reféns israelenses e foi seguida por uma cúpula em Sharm el-Sheikh, no Egito, com mais de 20 líderes mundiais; o evento foi co-organizado por Trump e pelo presidente egípcio Abdel Fatah al-Sisi.
- A reunião tratou de um eventual autogoverno palestino e da necessidade de uma força internacional para garantir segurança e desarmamento do Hamas.
- O presidente francês Emmanuel Macron participou e reforçou o papel da Autoridade Nacional Palestina (ANP), propondo um caminho para a criação de um estado palestino ao lado de Israel, além de mencionar a situação na Cisjordânia e o crescimento de assentamentos.
- O documento final define as responsabilidades dos países garantidores — Estados Unidos, Turquia, Catar e Egito — e sinaliza a expansão rápida dos Acordos de Abraão, com a participação de Abbas nas negociações.
Donald Trump anunciou um novo plano de paz para o Oriente Médio, destacando o fim da guerra em Gaza e prometendo um futuro de cooperação. Em discurso no Knesset israelense, Trump afirmou que Israel alcançou uma vitória militar e que agora é hora de buscar a paz. O presidente dos EUA enfatizou que o conflito com Hamas deve ser encerrado e que a reconstrução de Gaza é uma prioridade, com custos estimados em mais de 30 bilhões de dólares.
A declaração ocorreu após a libertação de reféns israelenses e foi seguida por uma cúpula em Sharm el-Sheikh, Egito, onde mais de 20 líderes mundiais se reuniram para endossar o plano de paz. O evento, co-organizado por Trump e pelo presidente egípcio Abdel Fatah al-Sisi, incluiu discussões sobre um eventual autogoverno palestino e a necessidade de uma força internacional para garantir a segurança e o desarmamento do Hamas.
Detalhes do Plano
Trump detalhou que a fase dois de seu plano de Gaza já está em andamento e que a limpeza da região deve começar imediatamente. Ele se comprometeu a supervisionar um programa de reconstrução e a facilitar a participação de países árabes na arrecadação de fundos. O presidente destacou que Gaza, atualmente em ruínas, precisa de uma abordagem rápida e eficaz para a recuperação.
Na cúpula, o presidente francês Emmanuel Macron também participou, reforçando o papel da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e propondo um caminho para a criação de um estado palestino ao lado de Israel. Macron mencionou a importância de não esquecer a situação na Cisjordânia, onde os assentamentos israelenses estão se expandindo.
A cúpula resultou em um documento que delineia as responsabilidades dos países garantidores, como EUA, Turquia, Catar e Egito, para assegurar a paz e o desenvolvimento na região. A presença de líderes árabes e a disposição de Abbas para participar das negociações marcam um novo capítulo nas relações entre Israel e os estados árabes, com a expectativa de que os Acordos de Abraão sejam rapidamente expandidos.
Entre na conversa da comunidade