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Netanyahu promete ‘concluir trabalho’ em Gaza durante discurso na ONU

Netanyahu prometeu "terminar o trabalho" em Gaza e condenou o reconhecimento de um estado palestino. Mais de 100 diplomatas de mais de 50 países deixaram o salão durante seu discurso.

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  • Em um discurso na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu prometeu “terminar o trabalho” em Gaza e condenou o reconhecimento de um estado palestino, chamando-o de “pura loucura”.
  • Mais de 100 diplomatas de mais de 50 países deixaram o salão durante o discurso de Netanyahu.
  • Netanyahu comparou o reconhecimento de um estado palestino a dar um estado ao al-Qaeda perto de Nova York após 11 de setembro.
  • Ele ameaçou caçar os líderes restantes do Hamas se eles não liberassem os reféns e depusessem as armas.
  • Antes do discurso de Netanyahu, mais de 22 pessoas foram mortas em Gaza, segundo a agência de defesa civil.

Artigo de jornal

Em um discurso contundente na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu prometeu “terminar o trabalho” em Gaza e condenou o reconhecimento de um estado palestino. Netanyahu chamou essa medida de “pura loucura”, comparando-a a dar um estado ao al-Qaeda perto de Nova York após 11 de setembro. Mais de 100 diplomatas de mais de 50 países deixaram o salão durante seu discurso.

Netanyahu também ameaçou caçar os líderes restantes do Hamas se eles não liberassem os reféns e depusessem as armas. Ele afirmou que Israel “deve terminar o trabalho” para evitar ataques como os de 7 de outubro “novamente e novamente”.

Reações internacionais

A decisão de vários países, incluindo o Reino Unido, França, Canadá e Austrália, de reconhecer um estado palestino independente, gerou uma reação forte de Israel. Netanyahu criticou veementemente essas nações, dizendo que sua decisão “encorajará o terrorismo contra judeus e contra pessoas inocentes em todo o mundo”.

Desdobramentos

Antes do discurso de Netanyahu, mais de 22 pessoas foram mortas em Gaza, segundo a agência de defesa civil. Netanyahu negou que Israel estivesse cometendo genocídio em Gaza, questionando por que um país que comete genocídio pediria à população civil para sair do caminho.

Protestos

Milhares de pessoas protestaram contra o discurso de Netanyahu nas ruas de Nova York, incluindo um grande comício em Times Square. O discurso foi marcado por uma série de polêmicas, incluindo o uso de uma QR code que Netanyahu incentivou os espectadores a scannear, que supostamente linkava a imagens dos ataques de 7 de outubro.

Netanyahu também usou o discurso para emitir um ultimato aos líderes restantes do Hamas, dizendo-lhes para “depor as armas” e libertar os reféns, ou “Israel os caçará”.

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