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Bombardeio no Iêmen provoca 35 mortes, segundo autoridades locais

Bombardeio israelense no Iêmen deixa 35 mortos e 131 feridos; ofensivas seguem após ataque em Doha contra lideranças do Hamas

Coluna de fumaça é vista no centro de Sana, no Iêmen, após ataque israelense (Foto: Reprodução)
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  • Um bombardeio israelense no Iêmen deixou trinta e cinco mortos e cento e trinta e um feridos, atingindo áreas residenciais e instalações médicas.
  • A ação ocorreu após um ataque aéreo em Doha, no Catar, que visou lideranças do Hamas e resultou em cinco mortes, gerando condenações internacionais.
  • As bombas atingiram áreas civis, um prédio do governo e um aeroporto danificado.
  • O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, informou que dez aeronaves participaram da operação, com foco em altos comandantes da milícia houthi.
  • Israel promete novos ataques em resposta a ameaças, enquanto os houthis intensificaram suas ações contra Israel desde o início da guerra em Gaza.

Um bombardeio israelense no Iêmen resultou em 35 mortos e 131 feridos, atingindo áreas residenciais e instalações médicas. A ação ocorreu após um ataque aéreo em Doha, no Catar, que visou lideranças do Hamas e deixou cinco mortos, gerando condenações internacionais.

As bombas israelenses atingiram não apenas áreas civis, mas também um prédio do governo e um aeroporto já danificado. Um porta-voz dos houthis afirmou que suas defesas aéreas conseguiram interceptar parte do ataque, mas o Exército israelense declarou que os alvos incluíam acampamentos militares e instalações de armazenamento de combustível.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, anunciou que dez aeronaves participaram da operação, que teve como objetivo atingir altos comandantes da milícia houthi. Katz prometeu novos ataques, afirmando que Israel não hesitará em agir contra qualquer ameaça. O premier Benjamin Netanyahu reforçou que a ofensiva foi uma resposta a ataques anteriores contra Israel.

Os houthis, que fazem parte do “Eixo da Resistência” liderado pelo Irã, intensificaram suas ações contra Israel desde o início da guerra em Gaza, em outubro de 2023. O ataque em Doha, que visou um negociador do Hamas, também provocou reações negativas da comunidade internacional, incluindo do presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou não ter participado da decisão de bombardear o Catar.

A escalada de violência na região continua, com Israel realizando bombardeios frequentes no Iêmen, focando nas capacidades militares dos houthis e em suas lideranças. A situação permanece tensa, com promessas de mais ações militares por parte de Israel.

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