- A Global Sumud Flotilla, também conhecida como Flotilla de la Libertad, sofreu um ataque de drone no porto de Tunis na madrugada de 9 de setembro.
- O barco principal, chamado Family, pegou fogo, mas não houve feridos entre os seis tripulantes.
- Autoridades tunisianas afirmaram que o incêndio pode ter sido um acidente, enquanto a flotilha decidiu evacuar suas embarcações e aumentar a segurança.
- A flotilha, composta por cerca de 40 embarcações e mais de 250 pessoas de 44 países, busca romper o bloqueio israelense em Gaza e levar ajuda humanitária.
- Francesca Albanese, relatora da ONU para os territórios palestinos, pediu proteção para as embarcações e denunciou o ataque em suas redes sociais.
A Global Sumud Flotilla, também chamada de Flotilla de la Libertad, foi alvo de um ataque de drone na madrugada de terça-feira, 9 de setembro, enquanto seu barco principal, o Family, estava ancorado no porto de Tunis. O ataque provocou um incêndio na embarcação, mas não houve feridos entre os seis tripulantes a bordo. A ativista Yasmine Acar relatou que um projétil foi lançado, causando as chamas, que foram rapidamente controladas.
As autoridades tunisianas negaram que o incêndio tenha sido causado por um ataque, sugerindo que poderia ter sido um acidente. No entanto, a flotilha decidiu evacuar suas embarcações e reforçar a segurança devido ao temor de novos ataques. Grupos de voluntários se organizaram para proteger os barcos, enquanto a polícia local monitorava a situação.
A flotilha, que chegou a Tunis no último domingo, é composta por cerca de 40 embarcações e mais de 250 pessoas de 44 países. O grupo busca romper o bloqueio israelense em Gaza e levar ajuda humanitária a uma população que enfrenta sérias dificuldades. Francesca Albanese, relatora da ONU para os territórios palestinos, pediu proteção para as embarcações e denunciou o ataque em suas redes sociais.
Os desafios enfrentados pela flotilha incluem problemas mecânicos e condições climáticas adversas desde sua partida de Barcelona. Apesar das dificuldades, os ativistas permanecem determinados a continuar sua missão. Greta Thunberg, uma das figuras proeminentes a bordo, destacou a urgência da situação em Gaza, afirmando que um genocídio está sendo permitido por governos. A flotilha planeja partir para Gaza na quarta-feira, 10 de setembro, em conjunto com a African Flotilla.
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