- O governo dos Estados Unidos está avaliando um plano para Gaza, que propõe a transformação da região em um território sob tutela americana por pelo menos dez anos.
- A proposta inclui a realocação temporária da população de Gaza, estimada em mais de dois milhões de habitantes, e o desenvolvimento de “cidades inteligentes”.
- Os habitantes poderão optar por sair temporariamente, recebendo cinco mil dólares e subsídios para aluguel e alimentação por um ano.
- O plano prevê a construção de seis a oito cidades inteligentes, um novo porto e aeroporto, com a expectativa de gerar um milhão de empregos.
- A situação humanitária em Gaza é crítica, com a ONU estimando que noventa por cento das moradias foram destruídas.
O governo dos EUA está avaliando um plano para Gaza que propõe a transformação da região em um território sob tutela americana por pelo menos 10 anos. A proposta, que visa a reconstrução e desenvolvimento de “cidades inteligentes”, inclui a realocação temporária da população de Gaza, estimada em mais de 2 milhões de habitantes.
O plano, denominado GREAT Trust, sugere que os habitantes de Gaza possam optar por sair temporariamente, recebendo US$ 5.000 e subsídios para aluguel e alimentação por um ano. Aqueles que possuírem terras receberiam um token digital em troca dos direitos de reconstrução, podendo usar o valor para financiar uma nova vida em outro local ou resgatar um apartamento em uma das novas cidades planejadas.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou que a proposta é a melhor forma de acabar com a guerra. O plano foi inspirado na visão de Donald Trump de transformar Gaza em um resort turístico e centro industrial. A Casa Branca não comentou oficialmente, mas fontes indicam que o governo está em discussões sobre o futuro da região.
A proposta inclui a construção de seis a oito cidades inteligentes, além de um novo porto e aeroporto, com a expectativa de criar um milhão de empregos. O financiamento viria de investimentos privados, evitando depender de doações governamentais. O projeto também prevê a criação de uma zona industrial ao longo da fronteira de Gaza com Israel.
Enquanto isso, a situação humanitária em Gaza continua crítica, com a ONU estimando que 90% das moradias foram destruídas. A urgência para a reconstrução é extrema, e a questão de quem governará a região após a guerra permanece sem resposta clara. A proposta de realocação, embora apresentada como voluntária, levanta preocupações sobre a legalidade e a viabilidade de um retorno seguro para os palestinos.
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