- O acidente do voo Jeju Air 2216 ocorreu em 29 de dezembro de 2023 no Aeroporto de Muan, resultando na morte de 179 pessoas entre as 181 a bordo.
- A aeronave, um Boeing 737-800, colidiu com aves durante a aproximação para o pouso e, ao tentar um pouso de emergência, ultrapassou a pista e colidiu com um barranco, causando uma explosão.
- A investigação revelou que o piloto desligou o motor esquerdo, menos danificado, em vez do motor direito, mais comprometido, o que foi considerado um fator crucial para a tragédia.
- As famílias das vítimas protestaram contra a culpa atribuída ao piloto e pedem uma análise mais ampla, incluindo a infraestrutura do aeroporto.
- O ministério dos transportes da Coreia do Sul anunciou a remoção de barreiras de concreto em sete aeroportos e as famílias apresentaram queixa criminal contra o CEO da Jeju Air, Kim E-bae, por negligência profissional.
O acidente do voo Jeju Air 2216, ocorrido em 29 de dezembro de 2023, no Aeroporto de Muan, resultou na morte de 179 pessoas entre as 181 a bordo. A aeronave, um Boeing 737-800, colidiu com aves durante a aproximação para o pouso e, ao tentar um pouso de emergência, ultrapassou a pista e colidiu com um barranco, causando uma explosão.
Uma investigação revelou que o piloto desligou o motor esquerdo, que apresentava menos danos, em vez do motor direito, que estava mais comprometido. Essa decisão foi considerada um fator crucial para a tragédia. A Junta de Investigação de Acidentes Aéreos e Ferroviários da Coreia do Sul (ARAIB) confirmou que os dados dos gravadores de voz da cabine sustentam essa conclusão.
As famílias das vítimas protestaram contra a atribuição de culpa ao piloto, exigindo uma análise mais abrangente das causas do acidente. Elas argumentam que o relatório preliminar não considerou a infraestrutura do aeroporto, como a presença de um barranco no final da pista, que pode ter contribuído para a gravidade do acidente. Em resposta, o sindicato dos pilotos criticou a investigação, afirmando que a complexidade da situação não foi devidamente considerada.
Após o acidente, o ministério dos transportes da Coreia do Sul anunciou que removeria barreiras de concreto em sete aeroportos. Além disso, as famílias das vítimas apresentaram uma queixa criminal contra o CEO da Jeju Air, Kim E-bae, por negligência profissional. A pressão aumenta para que a ARAIB forneça mais transparência sobre os fatores que levaram ao acidente e a responsabilidade organizacional envolvida.
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