- A Rússia considerou “absolutamente inaceitável” a proposta da Coalizão de Voluntários, uma força de paz europeia planejada para a Ucrânia.
- A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que o envio de tropas estrangeiras será visto como uma intervenção militar.
- Zakharova declarou que a Rússia tratará essas forças como “alvos militares legítimos”.
- A Coalizão de Voluntários, idealizada pelo Reino Unido e França, visa apoiar a Ucrânia após um cessar-fogo.
- O quartel-general da força será em Paris, com transferência para Londres após um ano, e uma célula de coordenação será estabelecida em Kiev.
A Rússia classificou como “absolutamente inaceitável” a proposta da Coalizão de Voluntários, uma força de paz europeia planejada para a Ucrânia. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que o envio de tropas de outros países para a Ucrânia será considerado uma intervenção militar.
Zakharova destacou que a Rússia tratará essas forças como “alvos militares legítimos”. A Coalizão de Voluntários, idealizada pelo Reino Unido e França, visa apoiar a Ucrânia após um cessar-fogo. O quartel-general da força será inicialmente em Paris e, após um ano, será transferido para Londres.
Além do comando operacional, uma célula de coordenação será estabelecida em Kiev, sob a liderança de um oficial britânico. A chamada Força Multinacional Ucrânia (MFU) deverá oferecer suporte às Forças Armadas ucranianas em várias frentes, incluindo terrestre, marítima e aérea, após o fim das hostilidades com a Rússia.
A crescente tensão entre Moscou e a Coalizão de Voluntários reflete a complexidade do conflito, que se intensificou desde a invasão russa em 2022. A comunidade internacional continua a buscar soluções para a crise, enquanto a Rússia reafirma sua posição contra intervenções externas.
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