- A Guatemala registrou mais de mil terremotos na última semana, com magnitude de até 5,7.
- Os tremores resultaram em sete mortes, nove feridos e mais de 12.200 desabrigados.
- A sequência sísmica começou em 8 de julho e afetou principalmente os municípios de Amatitlán e Alotenango.
- O município de Santa María de Jesús foi o mais impactado, com cerca de 50% das casas danificadas.
- As autoridades estão distribuindo alimentos, água e cobertores para as vítimas, enquanto mais de 2.000 casas foram danificadas.
A Guatemala enfrenta uma grave crise sísmica, com mais de mil terremotos registrados na última semana. Os tremores, com magnitude de até 5,7, resultaram em sete mortes, nove feridos e mais de 12.200 desabrigados. A sequência sísmica teve início em 8 de julho e afetou principalmente os municípios de Amatitlán e Alotenango, próximos à capital.
A Coordenadora para a Redução de Desastres (Conred) informou que, até a manhã de 15 de julho, foram contabilizados mais de 1.000 eventos sísmicos. O município de Santa María de Jesús foi o mais impactado, com cerca de 50% das casas danificadas, segundo o prefeito Mario Pérez. A região, predominantemente habitada por indígenas maias, enfrenta uma situação crítica, com mais de 100 pessoas ainda abrigadas.
As autoridades estão mobilizadas para ajudar as vítimas. O governo, em conjunto com outras entidades, está distribuindo alimentos, produtos de limpeza, água, cobertores e colchões. Além disso, mais de 2.000 casas foram danificadas, aumentando a necessidade de assistência humanitária.
Este evento sísmico é um lembrete da vulnerabilidade da Guatemala a desastres naturais. Em 2019, um forte terremoto na região central gerou mais de 400 tremores secundários em um período de dois meses, evidenciando a necessidade de preparação e resposta eficaz a situações de emergência.
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