Israel intensificou seus ataques ao Irã, matando três comandantes da Guarda Revolucionária e bombardeando uma instalação nuclear em Isfahan. Os ataques começaram em 13 de junho e têm como objetivo desacelerar o programa nuclear iraniano, que o Irã afirma não ser militar. As Forças Armadas de Israel informaram que os mortos eram envolvidos em operações contra Israel e que um ataque em Tabriz também resultou em quatro combatentes mortos. Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra alvos israelenses, incluindo o Aeroporto Ben Gurion, e um ataque de drone atingiu um prédio residencial em Israel, mas sem vítimas. O Irã relatou 25 mortes em seus ataques, enquanto Israel contabiliza mais de 400 mortos desde o início dos bombardeios. O ministro das Relações Exteriores de Israel afirmou que os ataques atrasaram em dois a três anos a capacidade do Irã de desenvolver uma bomba nuclear. Enquanto isso, potências ocidentais tentam reabrir negociações com o Irã, que condiciona qualquer diálogo ao fim das hostilidades. O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou que o Irã tem duas semanas para evitar ataques aéreos americanos e descartou pedir a Israel que pare seus bombardeios. A situação no Oriente Médio continua tensa, com ambos os lados se atacando e aumentando as hostilidades.
Israel intensificou sua campanha militar contra o Irã, anunciando a morte de três comandantes da Guarda Revolucionária e bombardeando uma instalação nuclear em Isfahan. Os ataques, que começaram em 13 de junho, visam desacelerar o programa nuclear iraniano, que Teerã nega ter fins bélicos.
As Forças Armadas de Israel afirmaram que os ataques aéreos resultaram na eliminação de Saeed Izadi, Aminpour Joudaki e Behnam Shahriyari, todos envolvidos em operações contra Israel. Além disso, quatro combatentes foram mortos em um ataque a um centro de treinamento em Tabriz. A instalação em Isfahan, alvo de bombardeios, é uma das principais usinas de enriquecimento de urânio do Irã.
Retaliação Iraniana
Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã lançou mísseis e drones contra alvos israelenses, incluindo a área do Aeroporto Ben Gurion. Um ataque de drone atingiu um prédio residencial em Israel, mas não houve vítimas. O Irã reportou 25 mortes em seus ataques, enquanto o Ministério da Saúde do Irã contabilizou mais de 400 mortos desde o início dos bombardeios israelenses.
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, declarou que os ataques já atrasaram em dois a três anos a possibilidade de o Irã desenvolver uma bomba nuclear. As potências ocidentais, incluindo Reino Unido, França e Alemanha, tentam reabrir negociações com Teerã, que condiciona qualquer diálogo ao fim das hostilidades.
Tensão Internacional
O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que o Irã tem “no máximo” duas semanas para evitar ataques aéreos americanos. Ele descartou a possibilidade de pedir a Israel que interrompa seus bombardeios, afirmando que o envolvimento dos EUA poderia incluir armamento avançado para destruir instalações subterrâneas.
A situação no Oriente Médio continua a se deteriorar, com ambos os lados trocando ataques e aumentando as tensões. As agências de notícias iranianas relataram que os ataques israelenses resultaram em um número significativo de mortos, incluindo civis, enquanto Israel se prepara para continuar sua ofensiva.
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