Na madrugada de sexta-feira, Israel bombardeou o Irã, matando o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami. O ataque, que ocorreu às 3h14, foi uma resposta à “agressão contínua” do Irã e atingiu locais estratégicos, como instalações nucleares e de mísseis. A ação gerou preocupação entre os brasileiros no Irã, que receberam orientações para ficar em casa devido ao fechamento do espaço aéreo e cancelamento de voos. Em resposta, o Irã lançou mais de 100 drones contra Israel, chamando o ataque israelense de “declaração de guerra”. A tensão aumentou, e a população local, incluindo os brasileiros, expressou medo sobre o futuro do conflito, embora não haja relatos de brasileiros feridos até agora.
Na madrugada de sexta-feira, Israel lançou uma série de bombardeios no Irã, resultando na morte do chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami. O ataque, que ocorreu às 3h14 no horário local, foi considerado uma resposta à “agressão contínua” do regime iraniano. Os bombardeios visaram locais estratégicos, incluindo instalações do programa nuclear e capacidades de mísseis de longo alcance.
A ofensiva israelense gerou preocupação entre os brasileiros que residem no Irã. Mensagens em um grupo de WhatsApp, que mantém contato com a embaixada do Brasil em Teerã, revelaram o estado de apreensão. O adido militar do Brasil, coronel Pedro Ivo de Almeida, orientou os cidadãos a permanecerem em casa e a evitarem deslocamentos, informando que o espaço aéreo estava fechado e voos cancelados.
Em resposta ao ataque, o Irã lançou mais de 100 drones contra Israel, qualificando a ação israelense como uma “declaração de guerra”. O clima de tensão se intensificou, com a população local e os brasileiros no país expressando medo e incerteza sobre os desdobramentos do conflito. Até o momento, não há relatos de brasileiros feridos nos ataques.
Os bombardeios e a resposta iraniana marcam um novo capítulo nas já tensas relações entre os dois países, que têm enfrentado confrontos frequentes devido a questões geopolíticas e militares na região.
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