Um confronto entre a polícia de Chiapas, no México, e narcotraficantes se intensificou e se estendeu até a Guatemala, causando tensões diplomáticas. A polícia mexicana perseguiu criminosos que cruzaram a fronteira, levando o governador de Chiapas a acusar autoridades guatemaltecas de conivência com o crime. O ministro da Defesa da Guatemala defendeu a inatividade dos militares, enquanto o ministro de Governos minimizou as declarações do governador. A vice-presidente da Guatemala disse que o assunto seria tratado em uma reunião futura, e a presidente do México afirmou que a entrada de policiais mexicanos na Guatemala não é aceitável. O governo guatemalteco já iniciou uma investigação sobre o incidente, que ocorreu em um momento de aumento da violência na região. O tiroteio começou em Frontera Comalapa, resultando na morte de quatro suspeitos e na fuga de outros para a Guatemala, onde foram confrontados por policiais e civis armados. Esse episódio acontece após o assassinato de cinco policiais em Chiapas, levando o governo mexicano a mobilizar forças de segurança na área.
Um confronto entre a polícia de Chiapas, no México, e narcotraficantes se intensificou, levando à Guatemala e gerando tensões diplomáticas. O incidente ocorreu no domingo, quando a polícia mexicana perseguiu criminosos que cruzaram a fronteira, resultando em acusações de conivência entre autoridades guatemaltecas e o crime organizado.
O governador de Chiapas, Eduardo Ramírez, acusou publicamente as autoridades guatemaltecas de estarem “coludidas” com o narcotráfico. Em resposta, o ministro da Defesa da Guatemala, Henry Sáenz, defendeu a inatividade dos militares presentes, afirmando que a decisão visou proteger a vida de civis. O ministro de Governos, Francisco Jiménez, minimizou as declarações do governador, ressaltando que não refletem a posição oficial do México.
Durante a conferência, a vice-presidente da Guatemala, Karin Herrera, evitou uma escalada nas relações diplomáticas, afirmando que o assunto seria tratado em uma reunião posterior. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também comentou que a entrada de policiais mexicanos na Guatemala não é aceitável e prometeu mais informações sobre o caso.
A investigação sobre o incidente já foi iniciada pelo governo guatemalteco, que declarou que não tolerará a violação de suas fronteiras. O confronto ocorreu em meio a um aumento da violência relacionada ao narcotráfico na região, que já havia registrado um período de relativa calma. A unidade policial envolvida, a Fuerza de Reacción Inmediata Pakal, foi criada para lidar com a escalada de violência em Chiapas, mas já enfrenta acusações de abusos e vínculos com o crime.
O tiroteio começou quando a polícia mexicana perseguiu narcotraficantes em Frontera Comalapa, resultando na morte de quatro suspeitos e na apreensão de armas. Os criminosos sobreviventes fugiram para a Guatemala, onde foram confrontados por policiais e civis armados. Vídeos do incidente mostram a tensão crescente, com a presença de policiais guatemaltecos que não intervieram.
Esse episódio ocorre apenas dias após o assassinato brutal de cinco policiais em Chiapas, o que intensificou a resposta das autoridades locais. O governo mexicano mobilizou forças de segurança na região, enquanto a Guatemala se prepara para esclarecer os fatos e reforçar a segurança em sua fronteira.
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