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EUA criticam OMS e a chamam de ‘morimbunda’ em declaração polêmica

Robert F. Kennedy Jr. critica a OMS como "moribunda" e propõe novas instituições de saúde, após a saída dos EUA da organização.

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Robert F. Kennedy Jr., Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, criticou a Organização Mundial da Saúde (OMS) durante uma assembleia em Genebra. Em um vídeo, ele a chamou de “moribunda” e pediu que outros países se unissem à sua crítica, sugerindo a criação de novas instituições de saúde. Ele destacou que a saída dos Estados Unidos da OMS, que ocorreu no governo de Donald Trump, deve servir como um alerta para a organização. Kennedy mencionou que está conversando com nações que compartilham suas preocupações e incentivou mais países a se juntarem a esse movimento. Durante seu discurso, ele descreveu a OMS como burocrática e cheia de conflitos de interesse, defendendo a necessidade de instituições mais eficientes. Seus comentários vieram após a adoção de um acordo pela OMS para melhorar a preparação para futuras pandemias, que Kennedy acredita que pode reforçar as falhas observadas na resposta da organização à pandemia de Covid-19. As declarações de Kennedy foram recebidas em silêncio pelos diplomatas e ministros presentes.

O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., criticou a Organização Mundial da Saúde (OMS) durante a assembleia anual do órgão, realizada em Genebra, nesta terça-feira (20). Em um vídeo, ele a chamou de “moribunda” e pediu que países se unissem à sua crítica, sugerindo a criação de novas instituições de saúde.

Os Estados Unidos, maior doador da OMS, se retiraram da organização no início da presidência de Donald Trump, o que resultou em um déficit orçamentário significativo. Kennedy afirmou que a saída dos EUA deve ser vista como um alerta para a OMS. Ele destacou que já está em contato com nações que compartilham de suas preocupações e incentivou outras a se juntarem a esse movimento.

Durante seu discurso, Kennedy descreveu a OMS como “presa a um inchaço burocrático, paradigmas enraizados, conflitos de interesse e política de poder internacional”. Ele argumentou que não é necessário aceitar os limites da OMS atual e defendeu a criação de instituições mais eficientes e transparentes.

Os comentários de Kennedy foram feitos logo após a adoção de um acordo pelos países membros da OMS, que visa melhorar a preparação para futuras pandemias. O secretário expressou que esse acordo poderia consolidar as disfunções observadas na resposta da OMS à pandemia de Covid-19. A assembleia, no entanto, não teve uma resposta imediata às declarações de Kennedy, que foram assistidas em silêncio por diplomatas e ministros presentes.

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